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Deputada Marildes Ferreira cobra solução para atraso de salários na Santa Casa de Rondonópolis

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A deputada Marildes Ferreira (PSB) cobrou durante sessão plenária nesta quarta-feira (2), na Assembleia Legislativa (ALMT), do secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo; do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), e da secretária municipal de Saúde. Tânia Balbinotti. solução para o pagamento de salário dos funcionários da Santa Casa do município. Eles estão há oito meses sem receber.

“Quero falar para o nosso prefeito, Cláudio Ferreira, que olhe para a Santa Casa de Rondonópolis. Olhe para o povo que precisa de atendimentos”, pediu a deputada. “Sentem, dialoguem. Secretária Tânia Balbinotti, dialogue. E peça para pagar o que deve à Santa Casa de Rondonópolis”, sugeriu Marildes Ferreira.

“Há oito meses os funcionários da Santa Casa de Rondonópolis estão sem receber”, cobrou a deputada indignada. “Quem sofre é a população que depende da Santa Casa. A cidade de Rondonópolis pede socorro”, clamou.

Os atendimentos na Santa Casa foram paralisados na terça-feira (1º) e a unidade não realiza cirurgias eletivas e não recebe pacientes que não urgência e emergência. Ose pacientes que já estavam internados seguem sendo atendidos.

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A deputada Marildes Ferreira explicou ainda que a Santa Casa de Rondonópolis tem 95% de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela foi secretária de Saúde de Rondonópolis entre 2013 e 2016, na gestão Percival Muniz.

A parlamentar solicitou aos deputados que também representam a região, deputados Nininho (PSD), Thiago Silva (MDB) e Sebastião Rezende (União), que dêem atenção à saúde. Ela utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (2) para tratar do assunto.

“Eu vou embora daqui uns dias. Mas vocês estão aqui. Briguem por nós. Lutem pela Santa Casa de Rondonópolis”, conclamou. A parlamentar é suplente do deputado Dr. Eugênio (PSB).

A deputada chamou a atenção para a paralisação dos atendimentos e seu impacto pelo fato da unidade atender 19 municípios da região Sudeste de Mato Grosso. “É o hospital que realiza as cirurgias do Programa Fila Zero do Governo do Estado de Mato Grosso. O secretário de Saúde Gilberto Figueiredo disse ontem em audiência que a Santa Casa está com problema. Apesar de não ser da responsabilidade do Estado, vai cair na sua mesa. Quero lembrar que a Santa Casa de Rondonópolis é tripartite. Tem recursos do governo federal, do governo do estado e do município”, afirmou.

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Fonte: ALMT – MT

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ALMT e TRE lançam campanha para combater desinformação nas eleições de 2026

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Em um período marcado pela rápida circulação de conteúdos nas redes sociais e aplicativos de mensagens, identificar informações falsas, manipuladas ou retiradas de contexto se tornou um dos desafios enfrentados pelos eleitores. Para ajudá-los a reconhecer esse tipo de conteúdo e verificar as informações antes de compartilhá-las, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) desenvolveram uma campanha de educação midiática e combate à desinformação para as eleições gerais de 2026.

A iniciativa integra Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as duas instituições. O documento prevê ações educativas, informativas e de utilidade pública para o enfrentamento da desinformação, a orientação do eleitorado e a divulgação de informações sobre o processo eleitoral.

A campanha, lançada nesta semana, corresponde à segunda etapa do projeto Comunicação Cidadã – Eleições Gerais 2026 e reúne VT de 60 segundos, spots de rádio, anúncios para jornal e revista, banners, carrosséis e vídeos para redes sociais. Na primeira etapa, realizada em abril, o objetivo foi alertar os eleitores sobre o fim do prazo para emissão, transferência ou regularização do título de eleitor.

Construção da mensagem – Noemia Almeida, gerente de Marketing da ALMT, explica que a ação foi construída a partir de situações comuns no ambiente digital, como uma fala verdadeira retirada de contexto, uma imagem antiga apresentada como atual, um título exagerado ou um conteúdo manipulado por inteligência artificial.

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“A partir dessas situações, foi desenvolvido o conceito ‘A verdade recortada’, que busca mostrar como uma informação pode perder o sentido original quando apresentada de forma parcial”, conta.

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Segundo a gerente, um dos principais desafios foi transformar um tema complexo em uma comunicação simples e próxima da realidade das pessoas.

“A estratégia busca orientar sem responsabilizar ou acusar o cidadão, estimulando o pensamento crítico e a checagem das informações antes do compartilhamento”, acrescenta.

Do celular à urna – Entre os temas abordados nas peças estão pesquisas eleitorais, informações falsas sobre a urna e o local de votação, além de conteúdos antigos ou manipulados apresentados como atuais.

A inteligência artificial também ocupa espaço importante. Um dos materiais trata das deepfakes e de outras formas de manipulação digital capazes de reproduzir rostos e vozes com grande semelhança. Nesses casos, a orientação é desconfiar de conteúdos que provoquem reação imediata e verificar sua origem antes de compartilhar.

Para Daniel Dino, assessor de Comunicação Social do TRE-MT, “mais importante do que transformar o cidadão em especialista em tecnologia é estimular o hábito da checagem”. Segundo ele, a campanha orienta o público a observar quem produziu o conteúdo, verificar se há uma fonte identificada, procurar a mesma informação em veículos confiáveis e recorrer aos canais oficiais quando o assunto envolver a Justiça Eleitoral.

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Dino explica que a campanha também leva em conta a forma como a desinformação circula nas redes sociais e nos grupos de mensagens, onde conteúdos podem alcançar muitas pessoas rapidamente. Segundo ele, uma das abordagens adotadas é o chamado prebunking, que busca mostrar antecipadamente ao público algumas das técnicas usadas para produzir e disseminar desinformação.

Atuação conjunta – A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, afirma que o combate à desinformação está diretamente relacionado à liberdade de escolha do eleitor. Para ela, o voto livre pressupõe que cada pessoa possa formar sua convicção com base em informações corretas e confiáveis.

“O combate à desinformação não é apenas uma questão de comunicação, mas também de proteção da própria democracia”, diz.

Na avaliação da presidente, a parceria amplia a capacidade de diálogo com a população ao unir a informação técnica da Justiça Eleitoral à estrutura de comunicação da Assembleia, que conta com televisão, rádio, redes sociais e outros canais de alcance estadual.

O secretário de Comunicação Social da ALMT, coronel Henrique Santos, destaca a importância da parceria institucional entre a Assembleia Legislativa e o TRE-MT no período eleitoral.

“Essa parceria que foi feita entre a Assembleia e o TRE é uma forma que o Parlamento encontra de fazer parte desse processo democrático de direito, que é a eleição”, frisa.

Fonte: ALMT – MT

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