Equipes da Patrulha Rural do 10º Batalhão prenderam um homem, de 25 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (02.4), na zona rural de Cuiabá. Com o suspeito, a PM apreendeu três armas de fogo, munições e pólvora.
Durante patrulhamento, por volta de 19h, os policiais flagraram a atitude suspeita de um homem, que conduzia uma motocicleta e parou abruptamente o veículo, ao notar a presença das viaturas militares.
Diante da situação, o homem foi abordado pela PM, que encontrou com ele duas munições de calibre .38 e R$ 850,00 em dinheiro. Questionado sobre as munições, ele disse ter adquirido o material de um amigo. Além disso, afirmou que possuía uma arma de pressão, em sua casa.
Os militares foram até a residência do suspeito, que entregou a espingarda de pressão, de calibre 16. Em seguida, o homem autorizou que os policiais fizessem buscas na casa, onde os policiais localizaram mais duas armas de fogo, do tipo garrucha, munições para todo o armamento e dois frascos de pólvora.
Após o encontro de todo o material, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais procedimentos que o caso requer.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (15.5), a Operação Atrium II, para cumprir 18 ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa instalada no município de Matupá.
Foram cumpridos seis mandados de prisão temporária, seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de quebra de sigilo.
As ordens judiciais foram decretadas pelo Poder Judiciário — Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após parecer favorável do Ministério Público. Os alvos estão envolvidos nos crimes de ameaça, sequestro, tortura, homicídio e integrar organização criminosa armada.
Os investigados realizavam julgamentos no chamado “Tribunal do Crime” contra membros de facções rivais e até mesmo integrantes da própria facção, que descumprissem ordens das lideranças.
A investigação da Delegacia de Matupá identificou os membros do grupo criminoso que atuavam no município, bem como vítimas e locais utilizados para a prática dos crimes.
Investigação
As diligências tiveram início em abril de 2026 e foram conduzidas pela equipe do Núcleo de Investigação de Homicídios da Delegacia de Matupá. O objetivo foi apurar a atuação de uma facção criminosa voltada para o tráfico de drogas, associação para o tráfico, prática de sequestro, tortura e homicídios no município.
Ao longo das investigações, foram reunidas provas robustas que demonstram a existência do grupo com organização hierarquizada e divisão de tarefas bem definida, atuando de forma coordenada na prática criminosa.
Para o delegado Emerson Marques, responsável pela investigação, a operação representa um importante avanço no combate às facções criminosas na região.
“A operação desmantelou o grupo criminoso e avançou no enfrentamento às facções criminosas, uma vez que os indivíduos ocupavam o papel de executores e responsáveis pela aplicação de punições e castigos físicos, conhecidos como ‘salves’, além de atuarem em homicídios e ocultação de cadáver”, destacou.
Apoio
O trabalho operacional contou com a participação de 30 policiais civis das Delegacias de Polícia de Matupá, Regional e Municipal de Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo, Marcelândia, e com o emprego de 9 viaturas.
Renorcrim
A operação integra o planejamento estratégico da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas), que visa traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro às organizações criminosas.
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