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MPMT: Campanha do Autismo recebe Troféu Prata no Prêmio FestVídeo

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A campanha sobre autismo do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) recebeu, na terça-feira (8), o Troféu Prata na categoria “Filme Capital” do Prêmio FestVídeo 2025. A solenidade de premiação foi realizada no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP). Criado pela agência ZF Comunicação, o filme foi finalista na categoria ao lado de outras duas produções desenvolvidas para o MPMT: a campanha contra o abuso infantil e a campanha sobre violência contra a mulher. Os vídeos fazem parte do projeto Diálogos com a Sociedade e foram exibidos ao longo de 2024 pela Rede Matogrossense de Comunicação (RMC).Diversas agências publicitárias, além de emissoras de televisão, prestigiaram o evento. O Troféu Ouro na categoria ficou com a agência Calia, que concorreu com a peça publicitária “Isso é golpe”, da Caixa Econômica Federal.“Estamos profundamente honrados por receber este prêmio de publicidade, um reconhecimento e testemunho do incansável trabalho que nossa instituição tem realizado em prol da sociedade. Acreditamos que temas sensíveis precisam ser debatidos cada vez mais, e esta conquista nos motiva a seguir nossa missão com ainda mais determinação e entusiasmo”, afirmou o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa.As campanhas sobre autismo e violência contra a mulher também receberam o Prêmio Lusófonos de Criatividade, em Portugal, além de terem sido reconhecidas internacionalmente pelo site Ads of the World, uma das principais plataformas globais de curadoria de peças publicitárias.“É uma honra enorme ver uma campanha tão importante sendo reconhecida nacionalmente. Desde o início, nosso objetivo foi dar visibilidade à causa, com empatia e responsabilidade. Esse prêmio mostra que estamos conseguindo transformar comunicação em ferramenta de transformação social”, destacou Ziad Fares, sócio-diretor da ZF Comunicação.“A TV Centro América se orgulha de ter veiculado esta premiada campanha sobre autismo, desenvolvida para o Ministério Público de Mato Grosso. Como diretor de programação, sinto privilégio em dar visibilidade a uma iniciativa tão sensível, criativa e inclusiva. A televisão vai além do entretenimento, sendo um veículo de conscientização e transformação social, e nossa rede tem no DNA o compromisso com a inclusão, o respeito e a mudança de mentalidade”, declarou Ulisses Serotini, diretor de programação e entretenimento da RMC.Assista aqui ao filme premiado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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