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Programa SER Família Mulher leva acolhimento e orientação sobre violência contra a mulher durante o Festival de Inverno

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A tradicional Praça Dom Wunibaldo, no coração de Chapada dos Guimarães, se tornou também um ponto de acolhimento e orientação durante o Festival de Inverno, com a presença da Van Rosa do Programa SER Família Mulher. Estacionada em frente à Igreja Matriz Santuário de Sant’Anna, a unidade móvel da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) oferece informações, escuta qualificada e apoio sobre os tipos de violência contra a mulher, tanto para o público feminino quanto para os homens que circulam pelo evento.

A ação, que integra o calendário do programa idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, tem como foco ampliar o acesso da população aos serviços de orientação e prevenção à violência de gênero, especialmente em ambientes festivos, que atraem multidões e onde, muitas vezes, há consumo excessivo de álcool — um dos fatores que podem contribuir para o início de episódios de violência.

A primeira-dama Virginia Mendes destacou que iniciativas como essa são fundamentais para ampliar o alcance das políticas públicas de proteção, especialmente em espaços com grande presença de público.

“Essa é uma ação linda e necessária, que reforça o compromisso do nosso programa com a escuta, o acolhimento e a proteção. Levar orientação para perto das pessoas, inclusive em momentos de lazer, é uma forma de dizer que a prevenção à violência contra a mulher deve estar em todos os espaços. Com esse tipo de iniciativa, vamos alcançar cada vez mais mulheres, promover conscientização e fortalecer uma rede de apoio que salva vidas”, afirmou.

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Entre os visitantes da van durante o festival, estava Elaine de Brito Coelho com esposo e dois filhos, moradores de Cuiabá. Ela ressaltou a importância de ter esse tipo de iniciativa disponível em um local de grande circulação como o Festival de Inverno.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“Eu acho esse programa muito fundamental, porque hoje em dia as mulheres ainda estão em busca do seu espaço, mas muitas vezes são coagidas em determinados momentos. A van rosa vem trazer segurança, autonomia. Às vezes, a mulher tem vergonha, se sente intimidada diante de tanta agressão, seja verbal ou não verbal, no trabalho ou até mesmo em ambientes como este, onde há muita bebida e a agressividade pode surgir. Ter a van aqui é ter um socorro, alguém para ouvir, orientar, acolher. Mesmo com todo o avanço, ainda tem muita gente sem informação. A presença desse projeto num cenário festivo chama atenção e nos lembra de que existe apoio, existe proteção. É um amparo fundamental”, disse.

O secretário da Setasc, Klebson Gomes, destacou que a presença da van rosa do Programa SER Família Mulher durante o Festival de Inverno representa a efetivação das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher, idealizadas pela primeira-dama Virginia Mendes, que tem atuado de forma ativa na promoção da dignidade e proteção das mulheres mato-grossenses. Ele reforçou que a iniciativa busca levar orientação, acolhimento e informação para perto da população, inclusive em espaços de lazer e grande movimentação.

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“Estamos aqui para garantir que, mesmo em momentos de lazer e celebração, a cidadania e a proteção às mulheres estejam presentes. A van rosa é um canal de escuta e acolhimento, que se aproxima da população em espaços estratégicos como esse, reforçando o compromisso do Governo de Mato Grosso com o enfrentamento à violência de gênero”, afirmou.

A equipe da van rosa distribui materiais informativos, orienta sobre os canais de denúncia, como o 180 ou 190, e conversa com os visitantes sobre os cinco tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A unidade permanece no local este neste domingo (03), contribuindo para transformar informação em proteção. A iniciativa reforça que prevenção também é política pública, e que o acolhimento deve estar onde as pessoas estão.

Fonte: Governo MT – MT

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Projeto com horta escolar transforma aprendizagem e incentiva protagonismo estudantil em escola de tempo integral de MT

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A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.

A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.

Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.

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Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.

Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.

Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.

Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.

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Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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