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Servidores do MPMT recebem certificado por curso de brigada

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena, realizou, nesta quinta-feira (21), a entrega de certificados a servidores e servidoras que concluíram o treinamento para atuação em brigada de incêndio. A iniciativa reconhece o esforço, a dedicação e o compromisso de cada participante que aceitou o desafio de integrar a equipe responsável pela prevenção e combate a princípios de incêndio nas unidades do MPMT.Ao todo, 39 servidores foram capacitados em atividades teóricas e práticas, com carga horária total de 24 horas. O curso abordou temas como evacuação de área, primeiros socorros e técnicas de contenção de incêndios, com o objetivo de proteger vidas e minimizar danos até a chegada do Corpo de Bombeiros.“Hoje, nós celebramos mais do que uma capacitação, celebramos o compromisso, coragem e responsabilidade, celebramos a atitude de todos os servidores, porque foram todos voluntários para essa tarefa. Eu quero parabenizar, então, cada servidor e cada servidora que dedicou tempo, esforço e energia para chegar até aqui”, destacou a promotora de Justiça coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena, Gileade Souza Maia.O treinamento foi realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT). A comandante do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar tenente-coronel Pryscilla Jorge Machado de Souza enalteceu a parceria entre as duas instituições. “É primordial que a sociedade se envolva nas ações de prevenção e combate à incêndios. A iniciativa do Ministério Público de estar capacitando seus servidores é primordial pra que a gente consiga ter um tempo resposta e que o pessoal vai agir com segurança”.O procurador de Justiça e coordenador do Núcleo de Apoio para Recursos (Nare) Wagner Fachone também participou da cerimônia de entrega de certificados e destacou a importância deste momento para a instituição. “As 24 horas de curso, de treinamento teórico, treinamento prático, foram uma oportunidade valiosa de aprendizado, que transcende o ambiente do trabalho. Esses servidores foram preparados, preparadas para ações importantes, tanto preventivas, quanto de emergência. Desde analisar riscos, modificar irregularidades, orientar o público, até saber identificar a situação, alertar e evacuação”.A subprocuradora de Justiça e Planejamento, Anne Karine Louzich Hugueney Weigert também participou do evento. A certificação conquistada pelos participantes terá validade de 12 meses, sendo necessária atualização ao final do período para garantir a continuidade da atuação com segurança e eficiência.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Parceria leva jogo educativo sobre violência às escolas

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) firmou, nesta terça-feira (9), parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para fortalecer ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, por meio da difusão do jogo educativo “Quebrando o Ciclo, Salvando Vidas” nas escolas do estado.O projeto já conta com a atuação do MPMT, que viabilizou a produção dos primeiros exemplares e articulou a apresentação da ferramenta ao presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, em encontro com o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, e com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Violência Doméstica e Estudos de Gênero, procuradora de Justiça Elisamara Portela.A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e promover a conscientização de crianças, adolescentes e adultos sobre a Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência e os caminhos para a prevenção e ruptura de ciclos de agressão. Desenvolvido pelo subtenente Mariano Neto de Souza, da Polícia Militar de Mato Grosso, o jogo utiliza metodologia lúdica e interativa.Para dar escala à iniciativa, Sérgio Ricardo anunciou que vai sugerir a adoção do projeto em todo o estado. “Vamos sugerir a adoção dessa ferramenta para os estudantes, para levar conhecimento sobre o que é a Lei Maria da Penha, o que é a violência contra a mulher, como se combate, como se previne e o que fazer quando a violência chega.”Durante a agenda, a procuradora de Justiça também destacou outras ações de enfrentamento ao feminicídio. “Hoje percebemos o entusiasmo do presidente com o projeto. O Tribunal vem desenvolvendo um trabalho extremamente relevante sobre esse tema, principalmente após a homologação da auditoria que desenhou o cenário do combate à violência doméstica, e por isso também percebeu a importância dessa ferramenta”, disse.Para as instituições, a iniciativa representa um avanço estratégico na promoção de políticas públicas voltadas à prevenção do feminicídio e à proteção das mulheres. O uso de recursos educativos inovadores amplia o alcance das ações institucionais e fortalece a cultura de enfrentamento à violência de gênero desde a formação cidadã.A parceria com o TCE-MT possibilitará a expansão do projeto em todo o estado, incluindo a capacitação de professores e a inserção da ferramenta em ambientes escolares e espaços da rede de assistência social.Histórias reais no tabuleiro – as cartas do jogo são baseadas em casos reais atendidos pelo subtenente, que atua na Patrulha Maria da Penha. A cada rodada, o jogador toma decisões diante de situações de violência doméstica e avança pelo tabuleiro conforme as escolhas que levam à proteção da vítima, como a busca por ajuda e por serviços de assistência.“É um jogo dinâmico que tem o objetivo de trazer as pessoas para a realidade dos fatos, envolvendo fatores de risco e de proteção que têm colaborado para que a mulher permaneça no ciclo da violência, entre na espiral da morte e acabe perdendo a sua vida”, explicou Mariano.Para a tenente-coronel Ludmila Eickhoff, coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, o formato lúdico ajuda as pessoas a reconhecerem situações que muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. “Às vezes nós não percebemos a violência, a gente, de alguma forma, naturalizou aquela ação.”Além disso, o formato de jogo tem alcance especial entre o público mais jovem. “Estamos falando de crianças, de adolescentes, cidadãos ainda em formação. Muitas vezes, por meio do lúdico, se consegue fixar mais o conhecimento do que através dos livros, das disciplinas ou mesmo das lições dos professores”, afirmou Eickhoff.

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Com informações da assessoria de imprensa do TCE-MT
Fotos: Alair Riberio/TCE-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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