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Segundo módulo do curso Proteção Integral das Vítimas será dia 12

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) realizará, nesta sexta-feira (12), o segundo módulo do curso de extensão “Proteção Integral das Vítimas”. Exclusiva para membros do Ministério Público, a capacitação busca aprofundar o debate e qualificar a atuação institucional sobre os direitos das vítimas no processo penal.O módulo será ministrado pela promotora de Justiça do Ministério Público de Alagoas (MPAL) Lídia Malta Prata Lima, das 8h às 11h, por meio da plataforma Microsoft Teams, em modalidade síncrona. O encontro terá como foco a prática do Ministério Público na defesa dos direitos das vítimas no sistema de justiça, em consonância com diretrizes constitucionais e internacionais de promoção da dignidade humana, acesso à justiça e efetividade dos direitos fundamentais.Historicamente invisibilizadas, as vítimas vêm conquistando progressiva valorização no ordenamento jurídico, especialmente após a Resolução nº 243/2021 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que instituiu a Política Institucional de Proteção Integral e de Promoção de Direitos e de Apoio às Vítimas. Nesse contexto, a proteção integral se torna um dever do Estado e requer do Ministério Público uma atuação proativa e humanizada, reconhecendo as vítimas como sujeitos centrais do processo penal.“A proteção integral das vítimas de crimes tem se consolidado como um dos pilares do sistema de justiça contemporâneo, exigindo uma atuação mais sensível, humanizada e centrada nos direitos fundamentais. Atentos a essa transformação, idealizamos este curso de extensão”, destacou o coordenador da Escola Institucional, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade.Composto por 10 módulos e com carga horária total de 30 horas aula, o curso reúne especialistas de destaque nacional para falar sobre temas como princípio da ampla defesa da vítima, protocolos de atendimento, o papel do Ministério Público na valorização da vida, o dano ao projeto de vida sob a ótica da Corte Interamericana de Direitos Humanos, entre outros.

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*Sob supervisão da jornalista Ana Luíza Anache.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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