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Nova sede do Cartório da 35ª Zona Eleitoral é inaugurada em Juína

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Em um espaço compartilhado, com economia de R$ 73.200,00 em aluguel e modernização da gestão pública, a nova sede do Cartório da 35ª Zona Eleitoral (ZE), em Juína (745 km e Cuiabá), foi inaugurada, e está em pleno funcionamento. O espaço passa a funcionar em compartilhamento com a Justiça Federal, com mais conforto para os cidadãos e cidadãs que buscam atendimento. 

 

A cerimônia, realizada no último dia 11 de setembro, contou com a presença de autoridades do Judiciário, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Poderes Executivo e Legislativo municipais, além de representantes partidários, servidores, servidoras e imprensa local. 

 

Segundo o juiz da 35ª Zona Eleitoral, Patrick Coelho Campos Gappo, a inauguração é um marco institucional que vai muito além da mudança de endereço. “O Cartório Eleitoral é a casa da democracia. Aqui, o jovem emite seu primeiro título, os partidos buscam registro e cada eleitor encontra um espaço digno para exercer sua cidadania. Esta nova sede reafirma o compromisso da Justiça Eleitoral em estar próxima da população, garantindo eficiência, acessibilidade e transparência”, destacou. 

 

A iniciativa segue diretrizes estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que incentiva o uso compartilhado de prédios públicos entre instituições. Em Juína, a medida gera economia estimada em cerca de R$ 73 mil por ano, antes destinados ao pagamento de aluguel. Esses recursos poderão ser aplicados no aprimoramento dos serviços prestados à população. 

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O novo espaço foi planejado para oferecer condições adequadas de trabalho a servidores e servidoras, e melhor atendimento aos eleitores e eleitoras, com acessibilidade e estrutura inclusiva. Para o juiz eleitoral, a inauguração simboliza também a união institucional. “Compartilhar esta sede com a Justiça Federal traduz o espírito republicano. Quando unimos esforços, quem ganha é a sociedade, que passa a contar com serviços públicos mais eficientes e de qualidade”. 

 

O chefe de Cartório da 35ª ZE, Waldomiro Ormond, ressaltou que a inauguração representa um importante passo para a Justiça Eleitoral. “É uma conquista, na verdade, fizemos essa mudança para o novo prédio, um ambiente amplo, moderno, com acessibilidade à toda a população de Juína. Já estamos em pleno atendimento no novo local, com a melhor estrutura para oferecer os serviços da Justiça Eleitoral”. 

 

Ao final, o juiz Patrick Gappo agradeceu ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), à Justiça Federal, aos servidores e servidoras da 35ª Zona Eleitoral e à comunidade de Juína, ressaltando que cada passo da mudança foi construído de forma coletiva, com foco na cidadania. 

 

Parceria 

 

As condições e responsabilidades pactuadas entre o TRE-MT e a Seção Judiciária do Estado de Mato Grosso da Justiça Federal de Primeiro Grau estão descritas no Termo de Compartilhamento de Imóvel e Rateio de Despesas nº 04/2025, assinado pela diretora do Foro, juíza federal Juliana Maria da Paixão Araújo, e pela desembargadora presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves.  

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“A assinatura deste termo reforça a parceria entre a Justiça Eleitoral e a Justiça Federal em Mato Grosso, promovendo o uso racional dos recursos públicos e garantindo melhores condições de atendimento à sociedade. Trata-se de uma cooperação institucional que fortalece a presença do Judiciário no interior do Estado e assegura eficiência e qualidade na prestação dos serviços. Demonstra ainda nosso compromisso com a cooperação e reforça a importância de trabalharmos lado a lado para garantir um atendimento de qualidade, próximo ao cidadão e em sintonia com os princípios da administração pública”, afirmou a desembargadora Serly Marcondes Alves. 

 

O Local 

 

O espaço destinado à Justiça Eleitoral possui 179,85 m² e está localizado no edifício-sede da Subseção Judiciária de Juína, na Av. Ives Ortolan, 509N – Módulo I. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. 

Jornalista: Nara Assis 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma cerimônia de inauguração em ambiente interno. O juiz eleitoral, um homem de terno, fala ao microfone em um púlpito, enquanto autoridades e convidados acompanham sentados. Ao fundo, há uma faixa indicando “Cartório Eleitoral – 35ª Zona Eleitoral”. Ao final da matéria, tem outra foto, mostrando a fachada da nova sede do Cartório. 

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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