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Diálogos com a Sociedade discute Racismo em programa de estreia

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“Racismo: crime de racismo e a condenação de Léo Lins por racismo recreativo” será o tema debatido no programa de estreia do projeto Diálogos com a Sociedade, promovido pelo Ministério Público de Mato Grosso, nesta segunda-feira (22), em Rondonópolis. As entrevistas ao vivo serão realizadas de segunda a sexta-feira, a partir das 18h, em um estúdio de vidro montado no Rondon Plaza Shopping. A proposta é estreitar a relação entre o MPMT e a população, incentivando o debate sobre temas de interesse público e fortalecendo o diálogo com a sociedade.O convidado do dia é o promotor de Justiça Wagner Antonio Camilo, que será entrevistado pelo jornalista Paulo Canevazzi. A programação anteriormente divulgada foi alterada. O projeto permanece na cidade até o dia 3 de outubro. Ao levar o Ministério Público para espaços públicos e acessíveis, o Diálogos com a Sociedade reforça o compromisso da instituição com a promoção da justiça, da cidadania e da construção de soluções conjuntas para os desafios sociais.Os programas serão transmitidos simultaneamente pelo SBT Rondonópolis (canal 8), pela Rádio 104 FM, pela plataforma MT Play e pelos canais oficiais do MPMT no YouTube e no Instagram. Esta será a terceira edição realizada em 2025, ano em que o projeto inovou ao expandir sua atuação para além da capital. Em Cuiabá, o Diálogos com a Sociedade foi realizado no Pantanal Shopping, de 10 de março a 11 de abril. Já em Sinop, a iniciativa esteve no Shopping Sinop, entre os dias 21 de julho e 1º de agosto.A iniciativa conta com o apoio de parceiros institucionais como Amaggi, Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Águas Cuiabá, Bom Futuro, Energisa, Instituto da Madeira do Estado de Mato Grosso (Imad), Nova Rota do Oeste, Oncomed-MT, Rondon Plaza Shopping e Unimed Mato Grosso.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça determina adequações em Casa Lar a pedido do MPMT

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Comodoro (a 644 km de Cuiabá) obteve, nesta quarta-feira (29), duas decisões favoráveis na Justiça que determinam ao Município a adoção de medidas voltadas à adequação estrutural, logística e administrativa da Casa Lar da Criança Recanto Feliz, unidade de acolhimento institucional de crianças e adolescentes. As decisões são resultado de duas Ações Civis Públicas ajuizadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após inspeção realizada em março deste ano, que identificou diversas irregularidades capazes de comprometer o atendimento integral e a proteção dos acolhidos.
Entre os problemas constatados estão a falta de acessibilidade arquitetônica, a inadequação dos espaços físicos destinados ao atendimento técnico, a ausência de equipe técnica exclusiva, além da insuficiência de veículos para o transporte das crianças e adolescentes. Também foi verificado que o Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Interno da instituição encontram-se desatualizados, em desacordo com as normas do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
As decisões judiciais determinam que o Município adote uma série de providências para sanar as irregularidades apontadas, entre elas apresentar, no prazo de 10 dias, um plano de adequação estrutural; iniciar as obras necessárias em até 30 dias; disponibilizar veículo adicional para atendimento da unidade em 15 dias; e comprovar periodicamente o cumprimento das medidas impostas.
Também foi determinado que o Município implante equipe técnica mínima exclusiva, composta por um assistente social e um psicólogo, no prazo de 10 dias; comprove o atendimento técnico contínuo e a elaboração dos Planos Individuais de Atendimento (PIA) em até 15 dias; adeque integralmente o quadro de pessoal, incluindo cuidadores e coordenação; atualize o Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Interno no prazo de 60 dias; e implante programa de capacitação continuada dos profissionais em até 90 dias.
Em caso de descumprimento das determinações, a Justiça fixou multa diária de R$ 5 mil, limitada ao montante de R$ 100 mil, em cada uma das ações.
Nas ações, o MPMT destacou que a situação viola dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e compromete o princípio da prioridade absoluta assegurado às crianças e adolescentes pela Constituição Federal.
Segundo o promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho, cabe ao Município garantir condições adequadas de funcionamento da unidade. “Incumbe ao Município de Comodoro promover a adequação da estrutura física da Casa Lar da Criança Recanto Feliz, em sentido amplo, assegurando condições de acessibilidade, organização adequada dos espaços e suporte estrutural compatível com as diretrizes normativas, de modo a garantir atendimento digno, integral e inclusivo às crianças e adolescentes acolhidos”, afirmou.
O promotor acrescentou ainda que “a deficiência estrutural da unidade de acolhimento institucional, especialmente no que se refere à ausência de equipe técnica suficiente e qualificada, configura violação a direitos fundamentais de natureza coletiva, atingindo grupo determinado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, o que justifica a atuação do Ministério Público na defesa de interesses coletivos e individuais indisponíveis”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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