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Cidades de Mato Grosso vão receber teste de alerta da Defesa Civil neste sábado (27)

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A Defesa Civil de Mato Grosso vai realizar, no próximo sábado (27.9), o teste de demonstração do sistema “Defesa Civil Alerta”, do Governo Federal. A ferramenta, que está em fase de implementação no Estado, tem como objetivo aprimorar a comunicação com a população em situações de risco e emergência.

O teste será realizado a partir das 14h e será direcionado à população que estiver nos municípios de Cuiabá, Rondonópolis, Tangará da Serra e Rio Branco. No entanto, o alerta poderá ser recebido também por moradores de cidades próximas, de acordo com a cobertura das operadoras de celular.

A mensagem enviada será: “Defesa Civil: DEMONSTRAÇÃO do novo sistema de alerta de emergência de Mato Grosso. Mais informações, consulte o site Defesa Civil Alerta”.

Todos os aparelhos com conexão 4G ou 5G e com sistema operacional Android superior à versão 11 e iOS 17, dentro da área do município, receberão o aviso.

Não há necessidade de cadastro prévio e a mensagem de alerta aparece na tela do celular sobreposta aos demais aplicativos que possam estar em uso. Além disso, a mensagem é acompanhada de sinal sonoro.

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A Defesa Civil reforça que não há motivo para pânico durante o teste.

A nova ferramenta

O sistema Defesa Civil Alerta é uma tecnologia nacional que envia mensagens de emergência diretamente aos celulares das pessoas que estiverem em uma área de risco, ainda que o telefone esteja no modo silencioso.

A ferramenta possui dois tipos de alerta:

  • O extremo, considerado o mais crítico, é acompanhado de um sinal semelhante a uma sirene, e indica urgência imediata, sendo necessário que a população adote medidas de proteção naquele exato momento. É este alerta que será testado em Mato Grosso.

  • Já o alerta severo emite um sinal sonoro semelhante ao do SMS, de recebimento de mensagem, e aponta urgência não imediata, dando tempo maior para a população se proteger.

A Defesa Civil ressalta que o sistema de alerta complementa outros canais já existentes, como envio de SMS e mensagens no Whatsapp, além das orientações e alertas pelas redes sociais.

Para se cadastrar para receber os alertas via SMS, basta enviar o CEP de interesse para o número 40199. Já para receber alertas pelo Whatsapp, o CEP deve ser enviado para o número (61) 2034-4611.

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A população também pode se informar pelo Instagram da Defesa Civil Estadual: @defesacivilmt.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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