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Diego defende liberdade e segurança jurídica a comerciantes em MT

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) afirmou na quarta-feira (8) à reportagem da TV Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que a Lei Complementar nº 827/2025, promulgada no dia 26 de setembro, pretende promover a segurança jurídica aos comerciantes. Ele avalia que o excesso de obrigações causa um “desestímulo” ao empreendedorismo.

A lei, fruto de um projeto apresentado pelo deputado, estabelece que obrigações onerosas só poderão ser impostas ao comércio mato-grossense após os propositores cumprirem exigências prévias. São elas: a realização de estudo socioeconômico sobre o impacto da medida, realização de audiência pública com setores afetados e comprovação sobre não haver alternativas menos onerosas que alcancem o mesmo objetivo.

Dessa maneira, imposições legais à iniciativa privada que determinem o fornecimento gratuito de bens ou serviços só poderão ser feitas após o cumprimento das etapas burocráticas.

“O que queremos é trazer segurança jurídica e garantia de que o empreendedor não será surpreendido com uma lei que o traz obrigações e que, quando não cumprida, causa multa e gera um desestimulo ao empreendedorismo no nosso Estado”, disse.

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Diego acrescentou que a liberdade do empreendedor deve ser preservada e, por isso, interferências do Estado devem ser minimizadas.

“Vou dar um exemplo: obrigar o dono do restaurante a dar água ou colocar um playground para crianças. Na minha visão, isso é mera liberalidade do empreendedor dentro de sua liberdade de iniciativa. Se ele quiser ter um playground para criança, terá; se quiser dar agua, poderá; mas a obrigação da lei gera uma despesa e onera ele. Ter uma interferência do Estado sobre a iniciativa privada é ruim”, completou.

O superintende da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) em Cuiabá, Marcelo Carrijo, afirmou que os comerciantes não querem ser “pegos de surpresa” por novas imposições. Além disso, considerou que o estudo de mercado previsto pela Lei Complementar protegerá o comércio e a clientela de eventuais prejuízos.

“Quanto mais se cobra, alguém tem que pagar, e muitas vezes acaba afetando o consumidor final. [Com a Lei Complementar] não seremos pegos de surpresa, ou seja, a CDL e os nossos associados. O estudo de mercado ajudará o comércio a não ser pego de surpresa pelas leis”, concluiu.

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Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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