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Assembleia Legislativa recebe apresentação de fanfarra de Escola Estadual

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A fanfarra da Escola Estadual Alina do Nascimento Tocantins, situada no bairro Cidade Alta, esteve presente na manhã de hoje (6) na Assembleia Legislativa, para uma apresentação alusiva ao Dia da Independência do Brasil.

A Independência do Brasil é celebrada em 7 de setembro porque foi nesse dia que, às margens do rio Ipiranga, Dom Pedro tornou o país independente. O 7 de setembro é um feriado nacional brasileiro que se deu na década de 1940.

A apresentação foi uma iniciativa do deputado Dr. João (MDB), em parceria com o Instituto Memória do Poder Legislativo. 

“A música mexe com o coração de todos, e como se trata da Semana da Pátria, resolvemos convidar essa banda para fazer uma apresentação na Assembleia. Já acompanho o trabalho desenvolvido na Escola e por isso, eles fizeram uma apresentação e também aproveitaram para conhecer o Poder Legislativo. Temos que incentivar essas escolas com apresentações nas datas comemorativas”, falou o deputado. 

Para a superintendente do Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL), Mara Visnadi, a data de 7 de setembro é a mais importante para o país, quando, segundo ela, “rompemos nossa ligação com Portugal tornando-se uma nação independente”, destacou.

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“Nós trouxemos a fanfarra da Escola Alina Tocantins, a pedido do deputado dr. João. Trata-se de uma data que rompemos nossa ligação com Portugal tornando-se uma nação independente. Temos que fazer alusão à essas datas históricas para resgatarmos o civismo no país. Em épocas passadas, nas escolas comemoravam-se essas datas de patriotismo”, esclareceu Visnadi.

A coordenadora pedagógica e coreógrafa da fanfarra, Daniela Benitez Bastos Moraes, explicou que foi a primeira vez que a fanfarra recebeu o convite para participar no 7 de setembro.

“É muito significativo devido ao trabalho deles que, durante as apresentações, se sentem muito felizes em demonstrar que são capazes e que tem perspectiva de fazer o que querem, de ter um futuro melhor, alcançando seus sonhos”, destacou.

Fanfarra – A fanfarra foi criada em 2010, por meio de um projeto do governo estadual. Hoje conta com 40 integrantes, divididos nos instrumentos musicais como lira, quadritom, prato, percussão e bumbo.

Todos os participantes estudam na escola e podem participar da fanfarra a partir do 3º ano do ensino fundamental. Por enquanto, a fanfarra faz apresentações somente em Cuiabá, devido a pouca idade dos músicos. Durante a apresentação de hoje, a fanfarra tocou oito músicas, que passaram por diferentes ritmos, do forró ao internacional.

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O aluno do 9º ano do ensino fundamental, Leonardo da Silva destacou a importância da fanfarra. “Meu início foi por meio da participação dos meus amigos, fui gostando e, quando percebi, estava tocando instrumento de percussão. Para mim a fanfarra é uma cultura, e participo há cinco anos do grupo musical. Isso não pode parar, porque é nossa vida”.

A estudante do 8º ano do ensino fundamental, Elisa Amanda Rodrigues Souza, integra a fanfarra desde o início deste ano. Ela participa da parte coreográfica. “De início comecei na banda e depois, gostei mais das danças”, lembra.

Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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