Lucas do Rio Verde

Secretaria de Saúde alerta a população para as vacinas da pré-adolescência

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Vacinar é um ato de amor que se estende por toda a vida e para cada faixa etária, o Ministério da Saúde estabelece vacinas específicas, que visam proteger, reforçar as defesas e evitar o agravamento de doenças.

No entanto, apesar das campanhas em nível federal, estadual e dos esforços dos municípios, os índices de cobertura vacinal estão abaixo da meta, principalmente, nas doses destinadas aos adolescentes.

A supervisora da Vigilância em Saúde de Lucas do Rio Verde, Cláudia Engelmann, explica que o calendário nacional contempla 19 vacinas, que protegem as pessoas em todos os ciclos da vida.

Somente na faixa etária entre os nove e 18 anos, são quatro vacinas importantes, HPV (9 a 14 anos), Meningocócica ACWY (11 a 14 anos), Dengue (10 a 14 anos) e o reforço da dT (Difteria e Tétano).

Segundo a supervisora, talvez por falta de campanhas específicas nessa faixa etária, muitos pais acabam se esquecendo de vacinar os filhos, o que pode acarretar prejuízos a saúde do adolescente.

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(Foto: )

Até o dia 31 de outubro, acontece em todo o Brasil, a Campanha de Multivacinação. Em Lucas do Rio Verde, todas as unidades básicas de saúde estão com os estoques reforçados a fim de atender a comunidade.

A Multivacinação é a oportunidade para os pais colocarem a vacina dos filhos em dia. Se não sabe, se está com alguma vacina em atraso, vá até uma unidade, apresente o cartão, que a equipe vai conferir e vacinar, se necessário”, explica a supervisora.

Incluída no calendário nacional em 2014, a vacina contra o HPV é uma das mais importantes. Aplicada entre os nove e 14 anos, o imunizante previne a infecção pelo vírus do papiloma humano, que pode causar câncer de colo uterino, ânus, pênis e garganta.

Em Lucas do Rio Verde, a taxa de cobertura está acima da meta entre as meninas (112%) e abaixo do ideal em relação aos meninos (90%). No entanto, em relação a vacina contra a dengue, os números não são satisfatórios.

Segundo dados da Vigilância em Saúde, foram imunizadas 3.480 pessoas, sendo 2.415 em primeira dose e 1.065 em segunda dose. A meta são 6.184 crianças e adolescentes nas duas etapas.

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São vacinas seguras, eficazes e que estão a disposição da comunidade gratuitamente. É preciso que as famílias se conscientizem sobre a importância de manter o cartão de vacina atualizado”, finaliza Cláudia.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Agricultores luverdenses participam de oficina para elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar

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Agricultores familiares de diferentes comunidades, representantes do Sebrae, Empaer, Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf), Sicredi e demais instituições participaram, na manhã desta sexta-feira (4), da Oficina de Elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar.

O encontro é uma das etapas para a construção do documento que irá estabelecer diretrizes e ações para o desenvolvimento da agricultura familiar em Lucas do Rio Verde. A elaboração do plano é precedida por um diagnóstico do setor no município e, nesta etapa, busca reunir produtores e demais atores para levantar demandas e propostas.

O prefeito Miguel Vaz participou da abertura da oficina e destacou a importância de ouvir os agricultores para definir os avanços que precisam ser colocados em prática.

“É um momento importante de colher as informações e as demandas. Já temos um diagnóstico de onde estamos e, agora, essa etapa é justamente para ouvir as demandas. Os cinco eixos vão colher essas informações, que depois serão avaliadas e encaminhadas para aprovação”, explicou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

O prefeito também ressaltou a necessidade de fortalecer a capacidade de geração de renda no campo, especialmente por meio da agregação de valor à produção.

“Como eu sempre costumo dizer, a agricultura familiar não pode só produzir; além de produzir, tem que ter rentabilidade. Uma das formas inteligentes é processar aquilo que é produzido lá, por meio da pequena agroindústria. Isso agrega valor à produção e fortalece a agricultura familiar”, ressaltou.

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Cinco eixos

Durante a oficina, os participantes trabalharam cinco eixos que nortearão a elaboração do plano: Sustentabilidade; Agregação de Valor e Comercialização; Assistência Técnica e Extensão Rural; Regularização Ambiental e Fundiária; e Governança e Controle Social.

De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis, a participação dos agricultores é fundamental para que o documento seja construído de forma democrática e alinhada à realidade do município.

“Daqui vão sair ideias e propostas para que a gente possa compilar e trazer para dentro do plano e, claro, pensar na agricultura familiar nos próximos 10, 20 ou 30 anos aqui no município”, destacou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Felipe também lembrou que a agricultura familiar vem ampliando sua participação na economia local. “O agricultor já deixou de ser um agricultor de subsistência. Hoje, a gente chama o produtor da agricultura familiar de um empresário do campo. Ele vende na merenda escolar, está no comércio atacadista e varejista, participa dos programas de aquisição de alimentos e está se organizando em associações e cooperativas”, observou.

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Entre os temas que serão contemplados pelo plano estão a regularização fundiária das propriedades, a assistência técnica e extensão rural, a agroindustrialização, além de ações voltadas à comercialização e ao fortalecimento da produção.

A oficina foi conduzida pelo consultor do Sebrae, Carlos Eduardo Carvalho. Segundo o consultor, a participação dos agricultores é essencial para que o plano reflita as necessidades reais de quem está no campo.

“O objetivo é atender o produtor da melhor maneira possível, considerando os recursos disponibilizados pelos órgãos públicos. Esse levantamento envolve infraestrutura, logística, estradas, certificações, selos, agregação de valor e comercialização”, explicou.

Carlos avalia que o fortalecimento da agricultura familiar passa pelo equilíbrio entre os aspectos ambiental, econômico e social. “Tudo isso é feito para que essas famílias possam, de alguma maneira, ser sustentáveis no campo. A parte econômica também é um chamativo para a sucessão e a parte social é importante para que esses pequenos produtores possam permanecer no campo”, destacou.

A elaboração do plano também atende a uma exigência do Estado relacionada ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), e tem como principal objetivo estabelecer diretrizes que atendam às necessidades dos agricultores familiares do município.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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