Tribunal de Justiça de MT

Magistrados participam de debates sobre marca de alto valor e inovação no agronegócio

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Imagem em plano aberto que mostra várias pessoas de costas, sentadas na plateia. No palco, estão a palestrante Raquel Peres falando ao microfone em pé e, sentados, os mediadores do painel, dentre eles, Jamilson Haddad e Jaqueline CherulliMagistrados do Judiciário mato-grossense participaram de debates sobre construção de marca de alto valor, inovação e tecnologia no campo, durante o 3º Congresso de Inovação e Empreendedorismo – Inova ADV Experience 2025, nesta sexta-feira (24), no Complexo dos Juizados Especiais. O evento, promovido pelo Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (IMAN), conta com apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

De acordo com a presidente do IMAN, advogada Tatiane Barros, o objetivo do congresso é agregar a advocacia a uma rede de contatos e troca de conhecimento. “Queremos fomentar uma rede de excelência, de qualidade, de parcerias, de colaboração e de muita empatia. E trazer para Mato Grosso o primeiro congresso de inovação e empreendedorismo no mundo jurídico e empresarial é muito interessante porque a advocacia mudou, bem como o jeito de se fazer negócios. Então precisamos trazer mentes brilhantes para trazer esse desenvolvimento para o nosso estado”.

Inovação e Tecnologia no Campo

O desembargador Juvenal Pereira da Silva e a juíza Silvia Renatta Anffe Souza, da 2ª Vara Cível de Sorriso, participaram como mediadores do painel que tratou sobre Inovação e Tecnologia no Campo, que teve como palestrante o advogado Gilberto Gonçalo Gomes.

O magistrado defendeu a inovação no agronegócio como um avanço necessário e enalteceu o evento por abordar o tema de forma qualificada. “Esse debate vai abrir os horizontes de como devemos caminhar no ramo do agronegócio, com a tecnologia, até porque necessário se faz pela falta de mão-de-obra especializada”, disse.

Juvenal Pereira destacou ainda os impactos desse novo cenário no Judiciário. “Temos questões de sustentabilidade, aplicação de agrotóxico, meio ambiental que precisa da preservação… Então, a inovação abrirá um novo horizonte para o agronegócio e, principalmente, para Mato Grosso, que é considerado celeiro do país”.

A juíza Silvia Renatta Anffe Souza compartilhou sua experiência atuando em uma jurisdição cujo agronegócio responde por mais de 90% da demanda. Em consonância com o que foi abordado pelo desembargador sobre a necessidade de qualificação para atuar no ramo, ela destacou que precisou buscar especializações fora de Mato Grosso e do país.

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“Nós somos a capital nacional do agronegócio. Temos três varas cíveis em que a grande maioria dos processos envolve contratos do agronegócio ou algumas lides envolvendo sempre a temática do agronegócio. Por isso, desde quando eu assumi, procurei me especializar, fazendo Direito dos Negócios e Riscos do Agronegócio, estudando profundamente essas mudanças”, relatou.

Segundo a magistrada, a tecnologia no campo veio em forma de maquinários, que, por serem controlados por computadores, também mudaram a realidade da mão-de-obra naquele ambiente. “Hoje se usa também drones para monitorar a safra, o que também é uma grande inovação. Também temos inovações de financiamento. Então, eu acho que hoje quem não acompanha a tecnologia já ficou no passado. Daqui para frente, é cada dia mais acompanhar o futuro que faz parte do nosso dia-a-dia e faz parte de todas as atividades”, declarou.

O Poder das Marcas de Alto Valor

Juiz Jamilson Haddad e Jaqueline Cherulli sentados em poltronas, enquanto participam de painel do congresso. O juiz é um homem branco, de cabelos e olhos castanhos, barba grisalha, usando terno cinza. A juíza é uma mulher branca, de cabelo castanho com corte chanel, usando conjunto de saia e blazer Este foi o tema do painel que contou com palestra da estrategista de posicionamento Raquel Peres e teve entre os mediadores o juiz Jamilson Haddad Campos e a juíza Eulice Jaqueline Cherulli.

Em suas contribuições, o magistrado elogiou o Instituto Mato-grossense de Advocacia Network por levantar o debate desse tema dentre os profissionais do Direito.“Traz para os profissionais do sistema de justiça e das empresas um olhar diferenciado e identificado com a credibilidade, a confiança e segurança em relação àquele produto. E esse produto, quando transformado em imagem, em marca, ele representa o que a pessoa é no nicho que ela atende. Então, se o advogado consegue trazer uma marca com valor no seu conceito profissional, ele traz aquele nicho de clientela de acordo com aquele propósito que almeja”.

Para Haddad, a intersecção entre advocacia e empresariado e o olhar multifacetado de temas trazido pelo IMAN representa um ganho para o público mato-grossense. Esse network, essa convivência, essa conversa de pontos múltiplos, com conhecimentos variados e ampliados com qualidade, com marcas de alto valor, trazem um ganho único e extraordinário! E isso é um exemplo a ser seguido pela advocacia no Brasil. Então o IMAN está de parabéns porque tem feito a diferença e tem acrescentado muito para a sociedade e para o mundo jurídico”, elogiou.

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A juíza Eulice Jaqueline Cherulli destacou como de extrema importância que o profissional atual tenha o olhar para a marca de alto valor e impacto para conseguir se manter no mercado. “Na atual visibilidade que se tem, se o profissional não estiver ligado a um investimento na marca, em propostas e numa divulgação, dentro da ética, de todo seu trabalho, fica complicado competir no mercado”.

A magistrada pontuou ainda a vanguarda feminina do congresso, que tem três advogadas à frente da organização. “A doutora Tatiane é extremamente cuidadosa, competente. E é um evento que vai deixar uma marca na advocacia e na advocacia feminina, sem a menor dúvida”.

Tatiane Barros destaca que o Poder Judiciário é parceiro do IMAN desde a realização do primeiro congresso, há três anos. “Quando eu fundei o Instituto aqui em Mato Grosso com mais duas visionárias, que são a doutora Ana Lúcia Ricarte e a doutora Dinair Souza, a gente acreditou e apostou que a advocacia tinha que mudar, que a gente precisava inovar. E eu fico muito feliz com esse apoio do Tribunal de Justiça, que vem abraçando a ideia desde a gestão da desembargadora Clarice Claudino, e o desembargador José Zuquim também achou a ideia fantástica e nos deu toda a estrutura para realizar este congresso”.

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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Congresso reúne magistrados e especialistas para discutir transformações nas relações familiares

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Visão geral de um auditório lotado com pessoas de pé. No palco iluminado, autoridades perfiladas diante de um grande painel com a bandeira do Brasil. Um tapete vermelho cruza o corredor central.Começou na quarta-feira (24) o Congresso IBDFAM Mato Grosso – “Entre a terra, os laços e os algoritmos: o futuro do Direito das Famílias e Sucessões”. Com programação até sexta-feira (26), o evento reúne especialistas de diversas áreas para debater os impactos sociais, jurídicos e tecnológicos nas relações familiares atuais.

Realizado com apoio do Poder Judiciário de Mato Grosso, o congresso acontece no auditório do Fórum de Cuiabá. Estão em debate temas como “As transformações das famílias e suas contratualizações”, “Instrumentos de planejamento sucessório no agronegócio”, “Luto e litigância: como fica a criança”, “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”, entre outros.

O Congresso IBDFAM é considerado um dos principais eventos da área no estado e conta com a participação de magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), profissionais do Direito, acadêmicos e especialistas para debater temas atuais relacionados às famílias, sucessões e aos impactos das novas tecnologias nas relações humanas.

Mulher de óculos e camisa branca fala ao microfone em um púlpito com o logotipo do Congresso IBDFAM Mato Grosso. Ao lado, uma intérprete de Libras e, ao fundo, as bandeiras do Brasil e do estado.Representando o presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira, a juíza auxiliar da Presidência, Christiane da Costa Marques destacou que o evento preenche uma lacuna de muitos anos sem um encontro dessa magnitude no estado. Para ela, esses encontros ajudam a preparar e melhorar todo o sistema de justiça para o atendimento das demandas da sociedade.

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“Precisamos estar preparados para acolher o cidadão, pois ninguém vai ao fórum se não para resolver alguma situação que está o ferindo. Saliento sempre que o ideal é que a gente consiga fazer com que as pessoas deixem a nossa presença melhor do que elas chegaram, menos sofridas. Por isso, é importante a participação efetiva de todos do sistema de justiça”, disse a magistrada.

Mulher de cabelo preso e blazer floral brilhante concede entrevista, falando ao microfone da TV Jus. Ao fundo, um painel do IBDFAM Mato Grosso com o tema do evento sobre o Direito das Famílias.A presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) de Mato Grosso, Emanouelly Costa Nadaf, destacou que há cerca de 11 anos não era realizado um congresso de direitos de família e sucessões no estado. Nesse contexto, ela enfatizou que o apoio do TJMT foi fundamental para que o projeto saísse do papel.

“O Judiciário de Mato Grosso realmente abraçou essa causa, enxergando a grandiosidade e o quanto este evento vai ser transformador para todos que atuam nessa área. Então, só temos a agradecer, porque sem o TJMT não teríamos a possibilidade de construir esse ambiente para debater temas tão necessários e urgentes”, afirmou Emanouelly.

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Uma das palestrantes do congresso é a juíza Angela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez, titular da 1ª Vara Especializada da Família e Sucessões de Cuiabá. A magistrada abordará o tema “Namoro qualificado e união estável – a instrumentalização”. Para a juíza, eventos como este qualificam os magistrados e geram impactos positivos no atendimento da população.

“Quanto mais preparados estejam todos os operadores da rede judicial, maior será o impacto na comunidade em geral. Isso nos fortalece e abre as nossas visões para as múltiplas realidades. Nós desejamos e estamos trabalhando para esse aprimoramento da justiça e de todo o circuito judicial para que a nossa população seja atendida cada vez mais com eficiência”, argumentou.

Também estavam presentes na solenidade de abertura a diretora do Foro da Comarca de Cuiabá, juíza Hanae Yamamura de Oliveira, o juiz Jamilson Haddad Campos, que é vice-presidente do IBDFAM de Mato Grosso, magistrados e magistradas do Poder Judiciário de Mato Grosso.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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