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Mato Grosso apresenta potencial turístico em Londres e integra projeto nacional de experiências

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Com a missão de promover Mato Grosso internacionalmente como destino turístico, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) marcou presença na World Travel Market London (WTM) 2025, realizada entre os dias 4 e 6 de novembro, no Centro de Convenções ExCeL London, na Inglaterra.

Reconhecida como o principal encontro global de negócios de turismo e lazer, a feira reúne anualmente profissionais, autoridades e representantes do setor para promover conexões, compartilhar conhecimento e gerar oportunidades de negócios que moldam o futuro das viagens no mundo.

A participação do Estado teve como foco o posicionamento de Mato Grosso no mercado europeu, como um dos principais destinos brasileiros de ecoturismo e natureza, considerando que o continente é o maior emissor de turistas estrangeiros para a região.

A coordenadora de Promoção Turística da Sedec, Juliana Fischer, ressaltou que a participação do Estado na WTM London 2025 é uma oportunidade estratégica para ampliar a visibilidade internacional dos destinos mato-grossenses e fortalecer a presença no mercado europeu.

“O público europeu se conecta muito com os nossos atrativos, especialmente o Pantanal, que é o nosso cartão de visitas e desperta curiosidade no mundo todo. Estar aqui é uma oportunidade incrível de mostrar o que Mato Grosso tem de melhor, fortalecer parcerias e abrir caminho para novos negócios que ajudam a impulsionar o turismo do Estado.”

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A comitiva mato-grossense foi composta por seis operadores de turismo dos municípios de Poconé, São José do Rio Claro, Nobres e Chapada dos Guimarães, além do secretário de Turismo de Poconé e de um representante da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Neste ano, o Estado ganhou destaque com a seleção de duas empresas locais para integrar o projeto Feel Brasil, uma iniciativa da Embratur e do Sebrae que reúne 101 experiências turísticas autênticas em todo o país. O projeto busca reposicionar o Brasil no turismo internacional, promovendo vivências imersivas, sustentáveis e inclusivas que valorizam o contato com a natureza, a cultura e as comunidades locais, além do tradicional segmento de “sol e praia”.

Destaque em revista nacional

A participação de Mato Grosso na WTM London 2025 também ganhou destaque na revista especializada Mercado & Eventos, que ressaltou o protagonismo do Estado durante o evento internacional.

A revista ressaltou que o governo trabalha em parceria com as companhias aéreas para viabilizar voos diretos para Cuiabá e fortalecer a conectividade aérea, ainda considerada um desafio para o turismo internacional.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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