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DIA E: Justiça Eleitoral mobiliza Região Sul para cadastramento biométrico

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A Região Sul de Mato Grosso recebe nesta sexta-feira (14) a força-tarefa “Dia E”. A mobilização da Justiça Eleitoral levará o atendimento para a coleta biométrica a distritos, escolas e até pontos comerciais. A ação busca aproximar o Tribunal Regional Eleitoral do cidadão e garantir o cadastro para as Eleições 2026. 

Veja a lista completa dos locais de atendiento no final do texto 

“O Dia ‘E’ representa um esforço monumental e coletivo que demonstra o compromisso da Justiça Eleitoral com uma eleição transparente, rápida, segura e confiável. Estamos levando a estrutura do Tribunal para perto das pessoas, em parceria com prefeituras e outras instituições, para oportunizar o cadastramento biométrico”, destaca o vice-presidente e corregedor do TRE, desembargador Marcos Machado. 

A iniciativa faz parte da campanha “Biometria 100%”. O objetivo é atualizar o cadastro em todo o estado. Mato Grosso já possui 90,8% do eleitorado com a biometria. A meta é alcançar 98% em 2025. O prazo final para o eleitor solicitar serviços, incluindo o cadastro biométrico, encerra em 6 de maio de 2026. 

Para o atendimento, o cidadão deve apresentar um documento oficial com foto. Em casos de transferência de domicílio, é necessário também um comprovante de endereço. A Justiça Eleitoral deslocará os kits biométricos, que permitem a coleta dos dados e a orientação para o e-Título no mesmo local. 

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Confira os Pontos de Atendimento 

Região Sul 

  

14/11 

  

Poxoréu 

Local: Escola Estadual João Borges Vieira – Distrito Aparecida do Leste 

Horário: 8h30 às 15h30 

  

Local: Escola Estadual Argemiro Rodrigues Pimentel – Distrito Paraíso do Leste 

Horário: 8h30 às 15h30 

  

São José do Povo 

Local: Cartório Eleitoral 

Horário 8h às 17 

  

Tesouro 

Local: Cartório Eleitoral 

Horário 8h às 17 

  

Juscimeira 

Local: CEI João Pedro Cesconetto (Distrito Placa de Santo Antônio) 

Horário: 14h às 16h30 

  

Dom Aquino 

Local: Centro Educacional Paulo Freire – Escola Municipal Monteiro Lobato 

Horário: 8h às 17h 

  

São Pedro da Cida 

Local: Panificadora Nossa Senhora de Fátima 

Horário: 7h às 17h 

  

Primavera do Leste 

Local: Cartório Eleitoral 

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Horário: 7h30 às 17h30 

15/11

Rondonópolis
Local: Supermercado Big-Master
Horário: 9 às 14h

Tesouro:
Local: Posto Eleitoral no Município
Horário: 8h às 17h

Poxoréu
Local: CRAS
Horário: 9h às 15h

São José do Povo
Local: Posto Eleitoral no Município
Horário: 8h às 17h

Juscimeira
Local: Creche Padre Lother (Distrito Fátima de São Lourenço)
Horário: 8h às 11h

Local: Escola Estadual Santa Elvira (Distrito de Santa Elvira)
Horário: 14h às 17h

Dom Aquino
Local: Centro Educacional Paulo Freire – Escola Municipal Monteiro Lobato
Local: 8h às 17h

Alto Araguaia
Local: Cartório Eleitoral
Horário: 8 às 12h

Primavera do Leste
Local: Cartório Eleitoral
Horário: 7h30 às 17h30

 

Daniel Dino 

Assessoria TRE-MT 

 

#DescriçãoDeImagem: Fundo branco, Letra E em destaque, letreiro Região Sul 

Fonte: TRE – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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