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Condenados por roubo e tráfico de drogas são presos pela Polícia Civil em Cuiabá e Várzea Grande

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Dois criminosos condenados por crimes de roubo e tráfico de drogas foram capturados pela Polícia Civil, nesta terça-feira (2.12), em ações distintas realizadas pelos policiais da Gerência Estadual de Polinter (Gepol), em Cuiabá e Várzea Grande.

O primeiro foragido a ser preso, um homem de 24 anos estava com mandado de prisão expedido pela 13ª Vara Criminal de Cuiabá, pelo crime de tráfico de drogas. Após monitoramento, os policiais da Gepol conseguiram localizar o procurado na região do bairro Parque Geórgia, em Cuiabá, onde a ordem de prisão foi cumprida.

Em outra ação, desta vez realizada em Várzea Grande, os policiais capturaram um homem, 32 anos, no bairro Jardim Imperador. Ele tem condenação pela 2ª Vara Criminal de Várzea Grande pelo crime de roubo. O procurado foi localizado em via pública e não reagiu no momento da abordagem.

Após terem os mandados cumpridos, os presos foram encaminhados para audiência de custódia, em Cuiabá, ficando à disposição Justiça.

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A delegada titular da Gepol, Sílvia Maria Pauluzzi de Siqueira destacou que a unidade está empenhada para localização e prisão de criminosos foragidos da Justiça. “A Polícia Civil segue firme no compromisso de reforçar a segurança pública e garantir a ordem, alinhada às diretrizes do Programa Tolerância Zero, implementado pelo Governo do Estado”, disse a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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