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PM detém adolescente por tráfico de drogas e apreende entorpecentes em São José do Rio Claro

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Policiais militares do 14º Comando Regional apreenderam uma adolescente, de 17 anos, por tráfico ilícito de drogas, neste domingo (4.1), em São José do Rio Claro. Com a suspeita, foram recolhidos 2,5 quilos entre porções de maconha e cocaína, além de diversos comprimidos de ecstasy e 2,8 litros de substância conhecida como ‘loló’.

Durante patrulhamento em decorrência da Operação Tolerância Zero, a equipe policial da 18ª Companhia Independente, flagrou uma mulher em atitude suspeita, indo em direção a uma área destinada ao descarte de lixo, no bairro Santa Terezinha. O local é supostamente utilizado por usuários de drogas, que depositam as substâncias em sacolas de lixo e, posteriormente, um outro indivíduo recolhe.

A suspeita, ao perceber a aproximação policial, arremessou a sacola e tentou fugir para o interior de uma residência. Os policiais abordaram a mulher e identificaram ser uma adolescente. Os militares encontraram nove porções de pasta base de cocaína. Questionada sobre a droga, a suspeita ficou em silêncio e informou que a residência pertence ao namorado.

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Durante buscas no interior do imóvel, a equipe localizou diversos tabletes de maconha e porções de cocaína, 16 garrafas contendo ‘loló’, além de 13 embalagens para lança perfume e 138 comprimidos de ecstasy. As drogas estavam escondidas em uma mala de viagem. O segundo suspeito não foi localizado. Diante dos fatos, a adolescente foi encaminhada para a delegacia, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do telefone 190 ou do número 0800 065 3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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