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Governo de MT capacita prefeitos e condutores para fortalecer o turismo de pesca

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Prefeitos e equipes ligadas ao turismo de 16 municípios de Mato Grosso participam nesta quarta e quinta-feira (7 e 8.1), da abertura do curso de Estruturação do Turismo de Pesca, promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). O encontro será realizado no Hotel Paiaguás, em Cuiabá, a partir das 9h, e marca o início de uma ação voltada à organização e qualificação do segmento no Estado.

A iniciativa tem como foco fortalecer o turismo de pesca por meio da capacitação de gestores públicos e profissionais que atuam diretamente com o atendimento ao turista. Além da apresentação do programa aos prefeitos e às equipes municipais, o projeto prevê a qualificação de cerca de 360 condutores de pesca esportiva, com cursos que serão realizados entre janeiro e maio.

Segundo a secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda, o encontro com os gestores municipais será fundamental para alinhar políticas públicas e estratégias voltadas ao desenvolvimento da atividade.

“Vamos apresentar o que a Sedec já estruturou para apoiar o turismo de pesca, discutir atualizações do setor, o escopo das ações de formação dos condutores e também aspectos ligados ao licenciamento e à organização de torneios de pesca esportiva, conforme a Instrução Normativa 05/12, do Ministério da Pesca e Aquicultura”, explicou.

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Para os condutores de turismo de pesca, o curso terá duração de uma semana, com aulas teóricas e práticas. As capacitações ocorrerão nos municípios de Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger, Cáceres, Poconé, Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Canarana, Gaúcha do Norte, Querência, São Félix do Araguaia, Luciara, Novo Santo Antônio, Sinop e Alta Floresta.

Entre os conteúdos abordados estão formação de roteiros turísticos, biologia, inglês básico, primeiros socorros, ecologia, geografia e outros temas essenciais para a profissionalização da atividade.

A qualificação dos gestores e condutores integra uma estratégia mais ampla da Sedec, que inclui o mapeamento da cadeia produtiva do turismo de pesca e a elaboração de um diagnóstico do setor. A execução técnica ficará a cargo da consultoria especializada Igarapesca.

O trabalho também prevê a identificação das espécies de interesse turístico, a organização do calendário pesqueiro e a realização de reuniões técnicas com as secretarias municipais para coleta e validação de dados, criando bases mais sólidas para o desenvolvimento sustentável do turismo de pesca em Mato Grosso.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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