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Atuação do MPMT garante aumento de 14,46% na produtividade em 2025

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) registrou um aumento significativo na produtividade em 2025, com crescimento de 14,46% em relação ao ano anterior. De acordo com dados do Sistema Integrado do Ministério Público (Simp), foram contabilizadas 41.534 atividades no período, contra 36.286 em 2024, o que representa 5.248 registros a mais. O levantamento considera a soma de ações ajuizadas, Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrados e denúncias oferecidas.
O número de ações ajuizadas passou de 7.439 para 8.776, um avanço de 17,97%. Já os TACs firmados subiram de 1.613 para 1.754, crescimento de 8,74%. E as denúncias oferecidas apresentaram alta de 13,84%, totalizando 31.004 em 2025 contra 27.234 no ano anterior.
Para o procurador-geral de Justiça Rodrigo Fonseca Costa, os números refletem não apenas maior volume de trabalho, mas também a eficiência e a resolutividade da atuação ministerial. “Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, pautado pela eficiência e pela busca constante por soluções que atendam ao interesse público. Cada ação ajuizada representa a defesa de direitos fundamentais, cada TAC firmado demonstra nossa disposição para resolver conflitos de forma célere e colaborativa, e cada denúncia oferecida reforça nossa luta contra a impunidade”, afirmou.
Outro dado que chama atenção é o aumento das manifestações registradas pela Ouvidoria-Geral do MPMT, que saltaram de 7.484 em 2024 para 10.697 em 2025, um acréscimo de 31,33%. Para Rodrigo Fonseca Costa, esse crescimento demonstra a confiança da população na instituição. “A Ouvidoria é uma porta aberta para o cidadão, e nosso objetivo é ampliar cada vez mais essa proximidade. Esse aumento mostra que os mato-grossenses reconhecem o Ministério Público como um canal legítimo para garantir seus direitos”, destacou.
O procurador-geral ainda enfatizou que os números não são apenas indicadores de produtividade, mas de resolutividade. “Mais do que quantidade, buscamos qualidade. Nosso foco é entregar resultados concretos para a sociedade e defender os direitos dos cidadãos, seja por meio da judicialização quando necessária, seja pela construção de soluções consensuais que tragam benefícios imediatos”, concluiu.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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