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Mato Grosso fecha 2025 com crescimento de 25% no emprego formal, segundo Novo Caged

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Mato Grosso encerrou 2025 com desempenho positivo no mercado de trabalho formal e registrou um aumento de cerca de 25% no número de postos de trabalho com carteira assinada em relação ao ano de 2024, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo o balanço, foram gerados 31.733 postos de trabalho com carteira assinada ao longo do ano, resultado superior ao registrado em 2024, quando o saldo foi de 25.413 vagas.

No período, o Estado contabilizou 675.430 admissões e alcançou o estoque de 975.724 vínculos formais, consolidando a expansão do emprego formal e a manutenção de um mercado de trabalho aquecido ao longo do ano.

O resultado positivo de 2025 foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, que registrou saldo de 14.446 vagas, seguido pela Agropecuária (+6.197), Comércio (+4.347), Indústria (+4.193) e Construção (+2.550).

O desempenho da Agropecuária merece destaque no comparativo anual. Em 2025, o setor registrou saldo positivo de 6.197 postos de trabalho com carteira assinada, revertendo o resultado observado em 2024, quando o saldo havia sido negativo em 857 vagas. A mudança de cenário evidencia a retomada das contratações no segmento e reforça a importância do agro para a dinâmica do mercado de trabalho formal em Mato Grosso.

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Entre os municípios, Cuiabá liderou o saldo de empregos formais em 2025, com 6.418 postos, seguida por Várzea Grande (+2.616), Lucas do Rio Verde (+1.773), Sinop (+1.642), Primavera do Leste (+1.190) e Sapezal (+1.090).

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o desempenho positivo do mercado de trabalho formal em Mato Grosso em 2025 reflete um ambiente econômico favorável, sustentado por políticas públicas voltadas ao desenvolvimento, à atração de investimentos e ao fortalecimento dos setores produtivos.

“Os números são resultado direto de um trabalho consistente, com investimentos nas mais diversas áreas da economia, como infraestrutura, logística, indústria, comércio e serviços, sem deixar de lado a força do nosso agro. Ano após ano, o Estado vem colhendo os frutos de um ambiente cada vez mais favorável aos negócios, o que se traduz em mais oportunidades, geração de emprego e renda para a população. A tendência de crescimento se confirma e reforça a confiança de quem investe e produz em Mato Grosso”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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