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Plano de Logística Sustentável: saiba como funciona e a importância para o Poder Judiciário

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O Plano de Logística Sustentável (PLS) é um instrumento obrigatório instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para organizar e monitorar as ações de sustentabilidade no Poder Judiciário.

Por meio do PLS, os tribunais monitoram, com indicadores e metas, temas como consumo de papel, água, energia e combustível, gestão de resíduos, contratações sustentáveis, qualidade de vida no trabalho, descarbonização e inovação. Atualmente, o plano reúne 20 temas estratégicos definidos nacionalmente.

Os dados são acompanhados de forma contínua, com envio mensal ou anual ao CNJ pela Plataforma PLS-JUD. Ao final de cada ano, os resultados são consolidados no Relatório de Desempenho do PLS, que permite avaliar a evolução das ações e apoiar a tomada de decisões.

No Poder Judiciário de Mato Grosso, a gestão do Plano de Logística Sustentável é coordenada pelo Núcleo de Sustentabilidade, que atua de forma articulada com as áreas gestoras do Judiciário mato-grossense. Cabe ao Núcleo consolidar e analisar os dados, acompanhar o cumprimento das metas, orientar as unidades responsáveis e realizar o envio das informações ao CNJ, assegurando a conformidade com as normas nacionais e o aprimoramento contínuo das práticas institucionais.

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Mais informações sobre as ações, projetos e indicadores acompanhados pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT estão disponíveis no portal https://nucleodesustentabilidade.tjmt.jus.br/

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Autor: Emily Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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