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Polícia Civil prende em Rondonópolis foragido por homicídio qualificado em Alagoas

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, na tarde desta quinta-feira (19.3), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 24 anos, foragido do Estado de Alagoas, investigado pelo crime de homicídio qualificado.

A ordem judicial foi expedida pela Vara de Único Ofício da Comarca de São Luís do Quitunde (AL), município onde ocorreu o crime, que gerou grande comoção social. O suspeito é apontado como autor do homicídio de um adolescente, de 14 anos, fato ocorrido no interior da residência da vítima.

De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por disputa entre organizações criminosas rivais, já que a vítima possivelmente integrava grupo inimigo do suspeito.

A partir do compartilhamento de informações entre as forças de segurança, equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis iniciaram as investigações, com levantamentos de campo, análise de dados e monitoramento, que possibilitaram identificar a presença do foragido em Rondonópolis. O suspeito foi localizado no bairro Cidade Alta. Ele foi abordado pelos policiais civis.

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Após a confirmação de sua identidade e o cumprimento do mandado judicial, o investigado foi conduzido à unidade policial, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

“O trabalho investigativo qualificado, aliado à integração entre instituições de segurança pública de diferentes estados, é essencial para a elucidação de crimes graves e para a localização de foragidos da Justiça, contribuindo diretamente para a responsabilização dos autores e a promoção da segurança da população”, afirmou o delegado João Paulo Praisner, da DHPP de Rondonópolis.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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