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Polícia Civil prende investigado por roubo e cárcere privado de caminhoneiro em Poxoréu

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A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (31.3), um homem, de 39 anos, investigado pelo roubo e cárcere privado de um caminhoneiro na MT-130, em Poxoréu.

O mandado, expedido pela Segunda Vara Criminal e Cível de Poroxéu, foi cumprido em uma ação conjunta entre as equipes das Delegacias de Poxoréu e de Campo Verde. O investigado foi localizado na casa em que estava morando, no bairro São Miguel, em Campo Verde, por volta das 17 horas.

O crime pelo qual ele é investigado ocorreu em 2022. Ele é suspeito de integrar uma quadrilha que promovia roubos e sequestros de caminhoneiros na MT-130, estrada que liga Rondonópolis a Primavera do Leste, passando por Poxoréu.

Os crimes estavam ocorrendo cerca de três a quatro vezes por semana. Em um desses roubos, um caminhoneiro foi colocada dentro de um carro, amarrado, encapuzado e levado de Poxoréu para Rondonópolis, onde ficou em um cativeiro até o grupo se desfazer do caminhão.

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Porém, o grupo precisou parar em um pedágio, chamou atenção da Polícia Civil e foi identificado. Os comparsas do investigado foram presos, mas somente ele seguia foragido, sendo localizado e preso nesta terça-feira (31).

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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