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VG Santo Peixe movimenta mais de R$ 600 mil e vende cerca de 20 toneladas na Semana Santa

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A feira VG Santo Peixe comercializou cerca de 20 toneladas de pescado e movimentou mais de R$ 600 mil durante a Semana Santa, segundo estimativa da organização do evento.

A maior procura foi registrada na quinta e sexta-feira. De acordo com vendedores, o movimento começou mais lento na quarta-feira, mas cresceu nos dias seguintes. “A quarta foi mais fraca, mas quinta e sexta foram muito boas. A sexta, inclusive, vendi mais que os outros dois dias juntos”, afirmou Eva Gonçalina Ribeiro, da Sereia Peixes.

Entre os produtos mais vendidos os peixes redondos como pacu, tambacu e tambatinga, com preços a partir de R$ 24 o quilo. Já o pintado, uma das espécies mais procuradas, foi comercializado a partir de R$ 41 o quilo e chegou a esgotar em algumas bancas.

O produtor Francisco Neto, da Agroindústria Rei Fish, disse que vendeu cerca de 6,6 mil quilos de peixes redondos e aproximadamente 1 mil quilos de pintado. “O pintado vendeu tudo o que eu tinha, acabou cedo”, afirmou.

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A comerciante Eva Gonçalina também registrou alta nas vendas. Segundo ela, foram comercializados cerca de 8,8 mil quilos de peixes redondos e 2 mil quilos de pintado. “Foram muito boas as vendas. Sempre na Semana Santa vendemos muito, graças a Deus”, disse.

Os consumidores puderam escolher diferentes tipos de corte, como filé, postas ou peixe sem espinhas, em seis pontos da cidade.

Para o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o evento contribui para a geração de renda. “O VG Santo Peixe fortalece a economia local e garante renda aos produtores, além de oferecer produto de qualidade à população”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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