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Com iniciativa da Sedec, guias se reinventam nas redes sociais para atrair turistas a Mato Grosso

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O celular na mão deixou de ser apenas uma ferramenta de comunicação e virou vitrine. Por isso, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) capacita guias de turismo a usar as redes sociais como aliadas para mostrar ao mundo o que o Estado de Mato Grosso tem de melhor — Cerrado, Amazônia, Pantanal e as belezas do Araguaia. Mais do que registrar, a proposta é encantar, despertar desejo e transformar curtidas em visitantes.

A iniciativa é conduzida pela Secretaria Adjunta de Turismo e aposta na qualificação dos profissionais como estratégia para o fortalecimento da promoção dos destinos mato-grossenses. A “Capacitação em produção de conteúdo digital” nasceu justamente dessa necessidade prática: quem vive o turismo no dia a dia percebeu que não basta conhecer o destino, mas é preciso saber mostrá-lo. O curso ensina desde técnicas de fotografia, captação de imagens e edição de vídeo, com foco em produzir conteúdos de qualidade para redes sociais tanto dos guias quanto das prefeituras e da página Descubra Mato Grosso.

A ideia surgiu a partir de uma demanda interna da própria estratégia digital do Estado. Segundo a assessora de gabinete e responsável pela página Descubra Mato Grosso, Giovana Melo, havia dificuldade em reunir material de qualidade para divulgação contínua dos destinos.

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“Quase toda semana a gente precisava solicitar fotos e vídeos para os guias, porque ainda estamos estruturando um banco de imagens. Com a capacitação, eles passam a produzir esse conteúdo com qualidade, ajudando na divulgação do Estado nas redes sociais e também nas feiras e ações promocionais”, explica.

A ação já percorreu municípios como Vila Bela da Santíssima Trindade, Poconé, Chapada dos Guimarães, Barra do Garças e Cáceres. Nesta semana, chega a Nobres, Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra. Até maio, deve ser realizado em Cuiabá e em Várzea Grande. Há demanda para que ocorra em mais cidades e isso mostra que o setor entendeu o recado: quem não se comunica bem no digital, simplesmente não aparece.

Para quem está na linha de frente do atendimento ao turista, como Joanirdes Dias da Silva, servidora do Centro de Atendimento ao Turista em Cáceres, a atualização é urgente.

“Hoje, a gente usa muito as redes sociais. Os turistas chegam conectados, querem informações rápidas. Eu preciso saber me comunicar com eles também por ali, orientar, mostrar o que temos. Isso melhora muito o atendimento”, relata.

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Com quase três décadas de experiência, a guia Mauren Lemos reforça que o conhecimento técnico agora precisa caminhar junto com a divulgação.

“Não adianta só conhecer o lugar. A gente precisa divulgar o produto, mostrar o rio Paraguai, o Pantanal. A rede social ajuda a vender esse destino para quem ainda nem sabe que ele existe”, explica.

Para além dos guias, o curso também alcança quem vive do turismo de outras formas. A artesã Lúcia Melo Garrido Sanhueza vê nas redes uma oportunidade de expandir seu trabalho com biofibra.

“Eu quero mostrar o que eu faço, atrair quem vem conhecer o Pantanal. Essa ferramenta é nova para mim, e o curso ajuda a entender como usar”, conta.

No fim das contas, a estratégia é clara: transformar cada guia, cada artesão e cada trabalhador do turismo em um embaixador digital de Mato Grosso. Porque, na era das redes sociais, o primeiro passo da viagem não começa na estrada, começa na tela.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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