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Sejus promove segunda etapa do projeto “Homens em Reconstrução” em unidade prisional de Várzea Grande

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) promoveu, na primeira semana de abril, o segundo encontro do grupo do projeto “Homens em Reconstrução”, no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande. A ação integra uma iniciativa voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher dentro do sistema prisional.

O projeto conta com o apoio de policiais civis integrantes do grupo “Papo de Homens para Homens”, que desenvolvem atividades de diálogo, reflexão e conscientização com os reeducandos. O público atendido é formado por homens privados de liberdade autores de violência contra a mulher e de feminicídio.

O projeto “Homens em Reconstrução”, que teve início em 2025, com as primeiras reuniões, segue como um projeto piloto da Sejus MT. A proposta é estimular a responsabilização dos participantes e promover mudanças de comportamento, contribuindo para a redução da reincidência e para a construção de novas perspectivas sociais.

De acordo com o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, a iniciativa representa um avanço no trabalho de ressocialização dentro do sistema prisional.

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“Projetos como este são fundamentais porque atuam na raiz do problema, promovendo reflexão e responsabilidade. Nosso objetivo é contribuir para que esses reeducandos compreendam a gravidade dos atos cometidos e possam reconstruir suas trajetórias com mais consciência e respeito”, destacou.

Por se tratar de uma experiência piloto, o projeto tem a perspectiva de ser ampliado futuramente para outras unidades prisionais masculinas do Estado que abrigam o mesmo perfil de público.

Fonte: Governo MT – MT

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Justiça determina depósito judicial de aluguéis de imóveis sequestrados em investigação da Polícia Civil

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A Polícia Civil de Mato Grosso obteve decisão favorável da Justiça para que os valores referentes aos aluguéis de imóveis sequestrados durante as investigações da Operação Mamom, deflagrada em junho de 2025 pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), sejam depositados em conta judicial vinculada ao processo.

A medida foi requerida pelo delegado André Rigonato, responsável pelo inquérito policial, como forma de garantir que os frutos dos bens investigados, apontados como produto ou proveito de crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, não sejam utilizados pelos investigados durante o andamento das investigações e eventual ação penal.

De acordo com a decisão judicial, os locatários dos imóveis, localizados em um condomínio fechado em Cuiabá, deverão realizar os depósitos mensais dos aluguéis diretamente em conta judicial, a partir da intimação. A determinação considera que a indisponibilidade patrimonial recai não apenas sobre os bens sequestrados, mas também sobre os rendimentos gerados por eles, como é o caso dos aluguéis.

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A decisão destaca que a medida é necessária para assegurar a preservação dos chamados “frutos civis” dos imóveis, evitando a dissipação de valores que podem estar vinculados à atividade criminosa investigada.

Operação Mamom

Deflagrada em junho de 2025, a Operação Mamom teve como objetivo desarticular uma facção criminosa envolvida com o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico, em Cuiabá.

Na ocasião, foram cumpridas 14 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias e sequestros de bens. As investigações apontaram a movimentação de valores expressivos por meio de contas bancárias, além da existência de vínculos com traficantes de outros estados do país.

Durante a operação, foram apreendidos veículos de alto valor, arma de fogo e entorpecentes escondidos em compartimentos ocultos, além da condução de suspeitos em flagrante.

Descapitalização do crime

A nova decisão judicial reforça a estratégia da Polícia Civil de enfraquecimento financeiro de organizações criminosas, por meio da identificação, bloqueio e destinação de bens e valores oriundos de atividades ilícitas.

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“A decisão busca não apenas a responsabilização criminal dos envolvidos, mas também a retirada dos recursos que sustentam a prática de crimes, impedindo a continuidade das atividades ilícitas”, destacou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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