A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta quarta-feira (06), cerca de 11 kg de skunk durante fiscalização a um ônibus interestadual no km 211 da BR-364, em Rondonópolis (MT).
Durante a abordagem, a equipe utilizou o cão de faro K9 Zion para inspeção no compartimento de bagagens. O cão indicou a possível presença de entorpecente em uma mala. Após a verificação, os policiais encontraram pacotes com substância análoga à skunk, variedade de maconha com alto teor de THC.
A bagagem foi vinculada a uma passageira, que ocupava uma das poltronas do ônibus. Segundo informações repassadas à equipe, ela teria recebido a mala na rodoviária de Dourados (MS), com destino final a Peixoto de Azevedo (MT).
Diante dos fatos, a passageira foi detida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil em Rondonópolis, junto com o entorpecente apreendido e demais objetos relacionados à ocorrência.
A ocorrência, em tese, envolve o crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
A PRF reforça que a fiscalização nas rodovias federais é permanente e contribui para o enfrentamento ao tráfico de drogas e à criminalidade interestadual.
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
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