Uma mulher foi presa nesta quarta-feira (14.08), após ser flagrada com 30 quilos de entorpecentes em um carro na cidade de Porto Esperidião (a 332 km de Cuiabá).
A prisão contou com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), o Grupo de Apoio (GAP) do 17º Batalhão da Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As forças policiais receberam informações de que um Jeep Commander, cor azul, havia saído de Rondônia e seguia para Cuiabá transportando entorpecentes pela BR-174. As equipes saíram em diligências e abordaram o veículo na rodovia.
Na revista minuciosa no carro, os policiais encontraram 10 tabletes de pasta base de cocaína e 20 tabletes de Skank (também conhecido como supermaconha). A droga totaliza 30 quilos de entorpecente. Somado a apreensão do veículo, o prejuízo ao crime é de R$ 490 mil.
A mulher, que era da cidade de Rondonópolis, recebeu voz de prisão e foi encaminhada para Delegacia Especial de Fronteira de Cáceres para as devidas providências. Ela já possui passagens por estelionato, difamação e injúria.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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