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Participação de candidatos em inaugurações fica proibida a partir de 4 de julho

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A partir de 4 de julho de 2026, candidatos nas eleições não poderão participar de inaugurações de obras públicas. A restrição seguirá até 4 de outubro, data do primeiro turno, ou até 25 de outubro, em caso de segundo turno.

A orientação faz parte de cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE). O material orienta os agentes públicos do Governo de Mato Grosso sobre as regras que devem ser observadas durante o período eleitoral.

Entre as condutas proibidas está transformar inaugurações em atos de promoção eleitoral. Os candidatos não podem fazer uso da palavra, ocupar lugar de destaque, subir ao palco, participar do corte da fita ou do descerramento de placas.

Também é proibido fazer agradecimentos nominais a candidatos durante os eventos. A participação de artistas para atrair público ou animar cerimônias com finalidade eleitoral, conhecidos como “showmícios”, também é vedada.

A cartilha esclarece, porém, que a simples presença do candidato, de forma discreta e sem promoção pessoal, não configura irregularidade. O candidato pode participar como qualquer cidadão, desde que não faça uso da palavra nem receba destaque no evento. Também é permitida a participação em inaugurações de instituições privadas e em eventos realizados fora da área onde o candidato disputa a eleição.

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As orientações seguem a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pareceres jurídicos da PGE.

O descumprimento das regras pode gerar multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e outras penalidades previstas na legislação eleitoral e na Lei da Ficha Limpa.

Em caso de dúvidas, os agentes públicos devem consultar formalmente a CGE ou a PGE. Acesse AQUI a cartilha.

Fonte: Governo MT – MT

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Seduc intensifica ações para prevenir evasão escolar e proteger adolescentes trabalhadores em MT

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Durante o mês de junho, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), por meio do Núcleo de Mediação Escolar, intensificará ações de sensibilização e conscientização voltadas à prevenção e erradicação do trabalho infantil e à proteção do adolescente trabalhador.

A iniciativa integra a Macropolítica de Promoção da Cultura de Paz e busca fortalecer a garantia dos direitos de crianças e adolescentes nas unidades da Rede Estadual de Ensino.

As atividades serão desenvolvidas com base no Orientativo nº 005/2025, que propõe a realização de ações educativas, rodas de conversa, campanhas de sensibilização e momentos de reflexão sobre os impactos do trabalho infantil na saúde, na aprendizagem, no desenvolvimento biopsicossocial e na qualidade de vida de crianças e adolescentes.

A proposta está fundamentada nos princípios dos Direitos Humanos e da proteção integral previstos na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a escola exerce papel fundamental na promoção de direitos e na construção de ambientes protetivos.

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“A educação tem a capacidade de transformar realidades. Quando fortalecemos os vínculos entre escola, família e comunidade, ampliamos a proteção das crianças e adolescentes e contribuímos para que tenham acesso a oportunidades de desenvolvimento pleno”, destacou.

Além de promover o debate sobre os prejuízos causados pela inserção precoce de crianças e adolescentes no trabalho, a campanha também busca ampliar o conhecimento da comunidade escolar sobre os mecanismos de denúncia e os serviços que compõem a rede de proteção social.

A iniciativa está alinhada às diretrizes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, que reconhece a importância das ações educativas permanentes para o enfrentamento dessa violação de direitos.

Para a superintendente de Gestão Escolar, Rosangela Roquette, as ações desenvolvidas ao longo do mês reforçam o compromisso da Seduc com a construção de uma cultura baseada no respeito, na proteção integral e na valorização da infância e da adolescência.

“Falar sobre trabalho infantil é falar sobre garantia de direitos. É promover consciência coletiva, fortalecer redes de apoio e construir uma escola cada vez mais acolhedora, inclusiva e comprometida com o desenvolvimento humano”, enfatizou.

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A Macropolítica de Promoção da Cultura de Paz compreende a escola como um espaço privilegiado para a formação cidadã, o fortalecimento dos vínculos sociais e a prevenção das diversas formas de violência.

Nesse sentido, as ações propostas para o mês de junho buscam mobilizar toda a comunidade escolar em torno da proteção de crianças e adolescentes, reafirmando a educação como instrumento de emancipação, cidadania e transformação social.

Ao longo do mês, as escolas da Rede Estadual serão incentivadas a desenvolver atividades pedagógicas e intersetoriais que promovam a reflexão sobre os direitos da infância e da adolescência, contribuindo para a construção de ambientes seguros, acolhedores e comprometidos com a Cultura de Paz.

Fonte: Governo MT – MT

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