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Programa Solo Seguro entrega títulos definitivos e realiza sonho de 203 famílias em Chapada

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O corregedor des. José Luiz Leite Lindote, segura um microfone e usa terno escuro com gravata cinza. Ao fundo aparecem as bandeiras e autoridades que participaram da solenidade.Depois de 26 anos de espera, 203 famílias do bairro Altos da Chapada, em Chapada dos Guimarães, passaram a ter oficialmente o documento de suas propriedades. A entrega dos títulos definitivos ocorreu nesta terça-feira (26), durante cerimônia que marcou a abertura oficial da Semana Nacional de Mobilização Solo Seguro – Favela e Comunidades 2026 em Mato Grosso.

O evento reuniu cerca de 150 pessoas, entre autoridades, representantes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, além de moradores do município, no Fórum da comarca. O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, destacou que o programa Solo Seguro tem levado cidadania e segurança jurídica para famílias que aguardavam há anos pela regularização dos imóveis.

“Muitas dessas famílias enfrentaram décadas de espera e incertezas. Hoje, por meio do Solo Seguro Favela e Comunidades, passam a ter a tranquilidade de dizer: ‘essa casa é minha’. Cada matrícula entregue representa dignidade, segurança para construir o futuro e a garantia de deixar um patrimônio regularizado para os filhos”, afirmou.

O morador Elson Corrêa do Nascimento posa ao lado da esposa e das duas filhas após receber o título definitivo de regularização fundiária do imóvel da família, durante cerimônia do programa Solo Seguro - Favela e Comunidades 2026, realizada em Chapada dos Guimarães. Um dos beneficiados foi o morador do bairro Altos da Chapada, o pintor Elson Corrêa do Nascimento. Ele participou da cerimônia acompanhado da esposa Cássia Cristina e das duas filhas. Emocionado afirmou que a entrega do título definitivo representa a realização de um sonho construído pela família. “Agora tenho a segurança de dizer que a casa é minha. Graças a Deus, tenho meu próprio lar e ninguém tira da minha família um lugar para morar. Estamos muito felizes”, declarou.

Prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, segura um microfone durante pronunciamento na cerimônia de entrega de títulos. Ao fundo aparecem o corregedor, desembargador José Luiz Leite Lindote, e a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel.O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, ressaltou que o bairro Altos da Chapada nasceu da luta e da organização das próprias famílias na década de 90. “Hoje, depois de muitos anos de espera, essas pessoas recebem o documento definitivo de suas casas, trazendo segurança, valorização dos imóveis e mais tranquilidade para o futuro das famílias”, afirmou.

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O presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Francisco Serafim, destacou que a entrega dos títulos só foi possível graças à atuação conjunta entre os órgãos envolvidos no processo de regularização fundiária.

Presidente do Intermat, Francisco Serafim, segura um microfone durante pronunciamento na cerimônia de entrega de títulos. Ao fundo aparecem o corregedor, desembargador José Luiz Leite Lindote, e a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, acompanhando a solenidade.“Esse resultado mostra a força da parceria entre o Governo do Estado, por meio do Intermat, a Prefeitura de Chapada dos Guimarães, cartórios, a Corregedoria do Tribunal de Justiça e demais instituições envolvidas. Quando os poderes trabalham unidos, conseguimos levar segurança jurídica, dignidade e cidadania para as famílias que aguardavam há anos por esse documento”, afirmou.

uiz diretor do Foro da Comarca de Chapada dos Guimarães, Leonísio Salles de Abreu Júnior, aparece segurando um microfone e falando aos participantes, ao fundo a bandeira do Brasil.O juiz diretor do Foro da Comarca de Chapada dos Guimarães, Leonísio Salles de Abreu Júnior, pontuou que a regularização fundiária representa um avanço social e econômico para o município. “O bairro Altos da Chapada aguardava há muitos anos por esse momento. A entrega dos títulos garante segurança jurídica às famílias, fortalece o direito à moradia e ainda movimenta a economia local, já que os moradores passam a ter acesso a financiamentos e melhorias em seus imóveis. Esse resultado é fruto da união entre o Judiciário, o município, o Estado e os demais parceiros envolvidos”, afirmou.

Eva Gorete Scalco, fundadora da Associação de Moradores Primeiro de Julho, aparece em primeiro plano usando blusa verde e blazer preto. Ao fundo, imagem aérea do município.A fundadora da Associação de Moradores Primeiro de Julho, Eva Gorete Scalco, afirmou que a entrega dos títulos representa a concretização de um sonho construído junto às famílias do bairro. “Quando criamos a associação, pensamos justamente nas famílias que sofriam pagando aluguel e sonhavam em ter um lugar para morar. Hoje ver essas pessoas recebendo seus títulos é um momento único e muito gratificante. Esse documento traz segurança e abre oportunidades para que muitos moradores consigam construir e melhorar suas casas”, disse.

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Moradora do bairro Altos da Chapada, Mariana Silva Soares recebe o título das mãos das autoridades do Poder Judiciário, Executivo e Legislativo estadual e municipal.A moradora do bairro Altos da Chapada, Mariana Silva Soares, contou sobre a emoção de receber o título definitivo. “Estou muito feliz porque agora posso dizer que essa casa é minha. Foi uma conquista construída com muito esforço e hoje tenho a segurança de garantir um lar para minhas filhas. A comunidade inteira está feliz por viver esse momento”, declarou.

Participaram ainda da cerimônia a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, o juiz da 2ª Vara da Comarca, Renato José de Almeida Costa Filho, os deputados estaduais, Eduardo Botelho e Wilson Santos, o presidente da Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais Seção Mato Grosso (Arpen-MT), Rodrigo Oliveira Castro, o secretário municipal de Planejamento e Orçamento, Aislan Sebastião Cunha Galvão, o diretor de Regularização Fundiária Urbana do Intermat, Erivelton Vieira, vereadores do município, lideranças comunitárias e moradores beneficiados pela regularização fundiária.

Solo Seguro – A Semana Nacional de Mobilização Solo Seguro – Favela e Comunidades 2026 ocorre entre os dias 25 e 29 de maio em todo o país. Em Mato Grosso, a iniciativa é promovida pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ/TJMT).

O programa permanente “Solo Seguro – Favela”, instituído pelo Provimento nº 158/2023 da Corregedoria Nacional de Justiça, busca fomentar ações sociais, urbanísticas, jurídicas e ambientais voltadas à Regularização Fundiária Urbana (Reurb). A ação tem como objetivo incorporar núcleos urbanos informais ao ordenamento territorial e garantir segurança jurídica às famílias por meio do registro formal dos imóveis.

Autor: Larissa Klein

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Esmagis abre prazo para submissão de artigos para nova edição da revista Direito e Sociedade

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Capa de revista jurídica com fundo cinza em formato circular sobre águas em preto e branco. No centro, um tuiuiú voando. Título: A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) determinou a publicação do Edital n. 6/2026, abrindo chamamento público para a submissão de artigos científicos destinados à quarta edição da revista jurídica “Interface Direito e Sociedade”. O documento é assinado pela desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, editora-chefe da revista científica e vice-diretora da Escola.

O edital é direcionado a magistrados, membros do Sistema de Justiça (Ministério Público, Defensoria Pública e Advocacia Pública), docentes, pesquisadores e discentes de pós-graduação e demais profissionais da sociedade civil com produção acadêmica nas áreas afins, reforçando o compromisso institucional com o fortalecimento da produção científica e do pensamento jurídico.

O prazo para submissão dos artigos teve início em 11 de maio de 2026 e se estende até 30 de junho de 2026, sendo este o período estabelecido para o envio dos trabalhos por meio do sistema Protocolo Administrativo Virtual (PAV). Não serão aceitas submissões fora do período estipulado.

Conforme a magistrada, a iniciativa tem como finalidade estimular a produção acadêmica, fomentar o diálogo interdisciplinar entre Direito, Sociologia e Filosofia e promover a qualificação científica da magistratura e dos integrantes do Sistema de Justiça. Os trabalhos poderão abordar temas relacionados aos eixos propostos, como teoria e prática jurisdicional, inovação, precedentes e processo, além de questões envolvendo sociedade, instituições, cultura jurídica, acesso à justiça e reflexões no campo da teoria da justiça, ética e epistemologia jurídica.

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Sobre o chamamento, a desembargadora destaca que a iniciativa reafirma o papel da Escola como espaço de construção do conhecimento jurídico. “Ao abrir este chamamento, a Esmagis-MT reforça seu compromisso com a produção acadêmica e com a reflexão qualificada no âmbito do Sistema de Justiça, estimulando um diálogo que ultrapassa a técnica e alcança a dimensão crítica e humanística do Direito”, afirma.

A magistrada também enfatiza a relevância da formação contínua para o aperfeiçoamento da Justiça. “Acreditamos que o conhecimento é motor permanente de transformação. É por meio do estudo que se ampliam horizontes, se aprimoram decisões e se fortalece uma atuação mais consciente, preparada e alinhada às demandas da sociedade”, acrescenta Anglizey.


Processo de avaliação

O processo de avaliação ocorrerá em etapas, incluindo análise preliminar pela Comissão Editorial e posterior apreciação por pareceristas especializados, por meio do sistema de avaliação cega por pares (double blind peer review). Entre os critérios considerados estão a originalidade, a relevância temática, a consistência teórico-metodológica e a qualidade argumentativa dos artigos.


Cronograma e Regras de Submissão

De acordo com o cronograma estabelecido, a avaliação editorial será realizada entre 6 e 17 de julho de 2026, seguida do prazo para ajustes dos artigos aprovados com ressalvas, previsto de 22 a 31 de julho de 2026. Na sequência, os trabalhos passarão por avaliação dos pareceristas no período de 10 de agosto a 11 de setembro de 2026. A divulgação dos artigos aprovados está prevista para 25 de setembro de 2026, enquanto o lançamento da revista ocorrerá em 27 de novembro de 2026.

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Os artigos deverão ser inéditos, redigidos em língua portuguesa, com extensão entre 15 e 25 páginas, seguindo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Cada trabalho poderá ter até quatro autores, sendo obrigatória a apresentação da documentação exigida no edital.

A submissão implica cessão não exclusiva dos direitos de publicação à Esmagis-MT, sem geração de remuneração aos autores, preservados os direitos morais sobre a produção intelectual.


Clique aqui para acessar a íntegra do Edital.

Dúvidas e informações adicionais podem ser encaminhadas à Direção da Revista pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3467, 3617-3844 e (65) 99943-1576 (WhatsApp).

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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