AGRONEGÓCIO

Feira de Jaguaré projeta movimentar R$ 770 milhões em negócios

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Jaguaré (distante 203 km da capital, Vitória), no Espírito Santo, se prepara para sediar, a partir desta sexta-feira (03.07) a 8ª Feira de Agronegócios durante a 33ª Festa do Produtor Rural. Até o domingo, 5 de julho, a cidade, reconhecida como um dos maiores polos produtores de café conilon e pimenta-do-reino do estado, projeta movimentar R$ 770 milhões em negócios nesta edição — um crescimento 40% em relação ao volume registrado no ano passado.

O evento, que se consolidou como uma vitrine estratégica para o setor, chega à sua maior edição com 113 estandes confirmados. O espaço reunirá expositores de máquinas e equipamentos agrícolas, insumos, veículos e instituições de crédito rural, oferecendo aos produtores da região acesso direto a tecnologias e soluções financeiras para o campo.

A trajetória de expansão da feira acompanha a importância do município para a economia capixaba. Segundo dados do Sindicato Rural de Jaguaré, o volume de negócios apresentou um salto consistente nos últimos anos: em 2024, a feira movimentou R$ 350 milhões, subindo para R$ 550 milhões em 2025 e atingindo a marca recorde de R$ 770 milhões na edição atual.

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Além do impacto financeiro, o evento atrai anualmente milhares de visitantes, promovendo o intercâmbio de inovações, tendências tecnológicas e o fortalecimento de parcerias entre produtores e fornecedores.

SERVIÇO

8ª Feira de Agronegócios de Jaguaré / 33ª Festa do Produtor Rural

  • Data: 03, 04 e 05 de julho

  • Local: Jaguaré, Espírito Santo

  • Destaques: Exposição de máquinas, insumos, veículos e oferta de crédito rural.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

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O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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