AGRONEGÓCIO

AgroShow em Barra tem expectativa de negociar R$ 30 milhões

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Barra (cerca de 670 km da capital, Salvador), na Bahia, vai realizar, entre 4 e 6 de setembro, a primeira edição da Barra AgroShow com previsão de atrair mais de 12 mil visitantes e gerar entre R$ 20 e R$ 30 milhões em negócios, segundo estimativas dos organizadores.

O evento, que integra o calendário oficial do agronegócio no Médio São Francisco, surge como uma plataforma estratégica para aproximar produtores, empresas e instituições em torno da inovação e da fruticultura irrigada.

Com o tema “Era da Inovação”, a feira contará com exposição de máquinas, implementos agrícolas, tecnologia para irrigação e energia solar, além de soluções voltadas ao crédito rural, gestão sustentável e produção eficiente. O II Seminário de Fruticultura Irrigada, agora parte oficial da programação, reunirá debates técnicos e cases regionais de sucesso.

O formato da AgroShow foi concebido para atender a pequenos, médios e grandes produtores. Além de 60 expositores confirmados, haverá capacitações em agricultura de precisão, debates sobre logística e sustentabilidade, com foco na verticalização produtiva. A expectativa é consolidar a feira como polo de fomento à fruticultura, grãos e pecuária na região.

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A escolha de Barra para sediar o evento reflete o crescimento da produção irrigada no Oeste baiano, especialmente de manga, uva, cacau e frutas diversas. A infraestrutura logística e o acesso estratégico a corredores de transporte reforçam o potencial de desenvolvimento da região, que já figura como nova fronteira agrícola do país.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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