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Em Goiânia, a feira do cerrado vira Patrimônio Cultural Imaterial

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A Feira do Cerrado, que acontece aos domingos no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, é consolidada e bastante conhecida pela população como uma feira de exposição do artesanato de Goiás. Agora, ela foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial goiano, pela Lei nº 1273/22, apresentada pelo deputado estadual Virmondes Cruvinel.

Virmondes defende que a Feira do Cerrado é uma grande estimuladora da cultura e do artesanato do estado de Goiás. Para o deputado, a Feira é reconhecidamente um ponto de encontro da boa cultura, do artesanato típico e da gastronomia goiana. Ele destaca, ainda, que a feira tem importante papel de divulgação e estímulo à preservação do cerrado ao apresentar peças artesanais fabricadas com itens do bioma.

Agora com a Lei aprovada, o próximo passo é o investimento para a reforma da Feira: ‘’ Com a vitória, o próximo passo agora é a revitalização do espaço para receber ainda melhor o público, para isso destinamos uma emenda no valor de R$ 240 mil para reformar a estrutura e tornar o local ainda mais atrativo’’, destaca Cruvinel.

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A feira já existe há 18 anos em Goiânia e têm mais de 135 expositores que incentivam o turismo, ajudam a promover a proteção ao Cerrado, a gastronomia regional, além de promover o desenvolvimento sustentável do artesanato, incluindo o trabalho do artista e do artesão na economia local. Por lá é possível encontrar diversos tipos de trabalhos manuais, quadros, bijuterias, pequenos produtores de queijos, doces, biscoitos, licores, pães, e outras iguarias.

Fonte: Pensar Agro

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Frigoríficos voltam às compras e boi gordo reage em parte do país

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A necessidade de completar as escalas de abate levou frigoríficos a aumentar as compras de gado e abriu espaço para a recuperação da arroba em algumas regiões. O movimento foi mais evidente em Goiás e Mato Grosso do Sul, mas ainda não representa uma alta generalizada do boi gordo no país.

Em Goiânia, a arroba a prazo encerrou a quinta-feira, 16, em R$ 320, alta semanal de 1,59%. Em Dourados, o preço chegou a R$ 325, avanço de 1,56%. São Paulo permaneceu em R$ 330, enquanto Cuiabá ficou em R$ 320 e Uberaba, em R$ 310. Em Vilhena, na contramão, houve queda para R$ 310.

A diferença entre as praças mostra que o poder de negociação continua ligado à situação de cada frigorífico. Empresas com escalas mais curtas aceitaram pagar mais para garantir animais, enquanto unidades abastecidas mantiveram as ofertas.

A continuidade da reação dependerá principalmente da disponibilidade de gado terminado e do ritmo de abate. Se a indústria voltar a alongar as escalas, a pressão compradora poderá diminuir.

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O mercado também acompanha os efeitos da cota criada pela China para a carne brasileira. Em 2026, até 1,106 milhão de toneladas podem entrar no país asiático sem a tarifa adicional de 55%. Frigoríficos e analistas já consideram o limite comprometido por cargas entregues e produtos ainda em trânsito.

A restrição não impede novos embarques, mas torna as vendas que ultrapassarem a cota menos competitivas. Como a China é o principal destino da carne bovina brasileira, uma redução das compras poderá limitar a capacidade dos frigoríficos de sustentar preços maiores pela arroba.

Por enquanto, as exportações totais continuam fortes. Até a segunda semana de julho, o Brasil embarcou 104,7 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, com receita de US$ 668,1 milhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.

Na comparação com julho do ano passado, a média diária exportada cresceu 8,7%. O preço médio avançou 15%, para US$ 6.382 por tonelada, e ajudou a elevar em 25% a receita diária.

No mercado interno, o comportamento dos cortes foi desigual. O quarto dianteiro caiu para R$ 19 por quilo, enquanto o traseiro subiu para R$ 26. A perda de força do consumo na segunda quinzena e a concorrência da carne de frango dificultam reajustes mais amplos.

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Para o pecuarista, o momento é de acompanhar as escalas e comparar ofertas. A arroba encontrou sustentação onde a indústria precisou comprar, mas a reação ainda depende de uma oferta controlada de animais e da capacidade dos exportadores de compensar a provável redução dos negócios com a China.

Fonte: Pensar Agro

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