AGRONEGÓCIO

Pensar Agro entrevista o presidente da Andav para falar sobre insumos agrícolas

Publicado em

O programa Pensar Agro desta semana entrevistou presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), Paulo Tiburcio. Recebido pelo apresentador e presidente do Instituto do Agronegócio Isan Rezende, Tiburcio falou sobre a questão da distribuição de insumos agrícolas e veterinários no território brasileiro.

A entrevista tratou  dos desafios e avanços que a indústria enfrenta no processo de distribuição desses insumos essenciais para o setor agropecuário. A Andav, entidade reconhecida pela representação do segmento de distribuição, tem papel fundamental na promoção de discussões que visam aprimorar o cenário do agronegócio no Brasil.

Tiburcio compartilhou insights sobre as complexidades logísticas envolvidas na distribuição de insumos agrícolas e veterinários em um país de dimensões continentais como o Brasil.

Durante a entrevista, o Presidente Executivo da Andav destacou o papel da associação na busca por inovações tecnológicas que possam aprimorar a eficiência da cadeia de distribuição. Além disso, ele ressaltou a relevância da capacitação dos profissionais envolvidos na distribuição, garantindo um atendimento qualificado aos agricultores e pecuaristas.

Leia Também:  Inmet: setembro terá chuvas próximas da média e temperaturas elevadas

“Nós trabalhamos levando informações para o distribuidor e o distribuidor se encarrega de levar ao agricultor. Esse é o trabalho chamado de ‘fora da Porteira’ levando, além dos insumos, educação, treinamento e todo o suporte jurídico. Ou seja, a gente engloba várias áreas de atuação que ajudam o distribuidor na melhor gestão possível do seu negócio para que busque evolução no seu resultado”, explicou.

Veja a entrevista na íntegra:

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

Published

on

Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

Leia Também:  Soja fecha fevereiro ainda em baixa e sem tendência de se recuperar

“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

Leia Também:  CNA orienta produtores rurais sobre como lidar com incêndios nas propriedades

A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA