AGRONEGÓCIO

Pesquisa da Universidade de Goiás, mostra os efeitos nocivos dos agrotóxicos na saúde dos trabalhadores rurais

Publicado em

Uma pesquisa da Universidade Federal de Goiás (UFG) expôs os efeitos nocivos dos agrotóxicos na saúde dos trabalhadores rurais do estado. Goiás é o terceiro maior consumidor desses produtos no Brasil, país líder mundial no uso de veneno nas lavouras.

No último ano, o estado registrou 480 casos de intoxicação por agrotóxicos, um número alarmante que alerta para os riscos não só à saúde humana, mas também ao meio ambiente.

O estudo da UFG acompanhou o tratamento de pacientes no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia, e avaliou os prontuários médicos de 1.453 pessoas entre 2010 e 2021.

Segundo Daniela de Melo e Silva, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UFG, a análise revelou um quadro alarmante: “A maioria desses trabalhadores chega ao serviço de saúde já muito doente. Entre 85% e 90% das pessoas acompanhadas no projeto vieram a óbito”.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Atenção para o prazo de entrega do Relatório de Atividades Poluidoras de Recursos Ambientais
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

Published

on

O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

Leia Também:  DIA DO AGRONEGÓCIO

O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA