AGRONEGÓCIO

Queda de preço da arroba leva Governo a renegociar dívidas dos produtores

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Os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário estão coordenando esforços para estender o prazo de pagamento das dívidas em setores impactados pela queda nos preços. A pecuária de corte é um desses segmentos, e a redução no valor da arroba é uma das principais razões, em decorrência do ciclo pecuário.

O ministro Carlos Fávaro observou que há a possibilidade de estender automaticamente os prazos de financiamento, com foco especial no Banco do Brasil. O Ministério da Agricultura também se uniu ao Banco Central para sugerir que outras instituições financeiras adiem os vencimentos de pecuaristas que enfrentam dificuldades financeiras.

Fávaro enfatizou: “Os custos dos insumos diminuíram, voltando à normalidade. As perspectivas apontam para melhorias no mercado de carne em 2024 e 2025, com preços mais favoráveis.”

Wilson Vaz de Araújo, secretário substituto de Política Agrícola, mencionou que o Ministério está acompanhando situações que não se encaixam nas prorrogações automáticas, considerando a possibilidade de medidas adicionais.

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, declarou que retomará as discussões com o Ministério da Fazenda para criar um programa abrangente de renegociação de dívidas dos produtores rurais, com foco especial nos pequenos agricultores. O programa, ainda em fase de estudo, visa proporcionar condições para que os agricultores obtenham empréstimos, apesar de suas dívidas.

Teixeira também mencionou que, em relação à seca no Norte do país, estão sendo consideradas medidas específicas para os agricultores do Amazonas, seguindo uma abordagem semelhante à que foi adotada no Rio Grande do Sul em resposta à estiagem e ao ciclone.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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