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Fórum Pró-Ferrovia realiza audiência pública dia 09 de outubro, na Assembleia Legislativa

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No dia 09 de outubro, às 14h, será realizada uma audiência pública na Assembleia Legislativa para tratar sobre o projeto da Ferrovia Senador Emílio Vicente Vuolo. O requerimento, apresentado por oito deputados, foi aprovado por unanimidade e o evento será realizado em conjunto com o Fórum Pró-Ferrovia e a Prefeitura de Cuiabá, no plenário das deliberações da Assembleia.

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico e presidente do Fórum Pró-Ferrovia, Francisco Vuolo, o objetivo da audiência é convocar a empresa Rumo Logística, concessionária da ferrovia, para apresentar o cronograma e discutir o cumprimento do contrato estabelecido com o governo do Estado de Mato Grosso. “O contrato prevê que, em um período de cinco anos, a ferrovia alcance a cidade de Cuiabá. Até o momento, dois anos desde a assinatura do contrato, mas oficialmente, nenhum progresso foi reportado ao município”, revelou.

A ferrovia Senador Vuolo é vista como um projeto estruturante de grande relevância para a Baixada Cuiabana, que tem o potencial de transformar a economia local. O secretário explicou que sua chegada à capital proporcionará fretes mais econômicos e aumentará a competitividade do mercado local. “Com isso, vamos atrair investimentos industriais, novas empresas e gerar empregos, impulsionando o desenvolvimento econômico da região”.

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A expectativa é que a audiência pública abra caminho para uma discussão ampla sobre o projeto da ferrovia Senador Vuolo e seus impactos positivos para Cuiabá e a Baixada Cuiabana. Com o engajamento dos deputados, do Fórum Pró-Ferrovia e da Prefeitura, a população aguarda com interesse a apresentação do cronograma e o avanço dessa importante obra para todo o estado.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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