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“Meu coração parecia que iria explodir de emoção”, conta Siminina após espetáculo; Márcia Pinheiro destaca ampliação da ação social

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“Me preparei para dar o meu melhor e mostrar que contamos com a ajuda de professores que se dedicaram plenamente para nos ensinar as coreografias e entregarmos um espetáculo bonito e alegre. No Siminina, aprendemos a ser organizadas, disciplinadas e companheiras. Espero que este seja apenas o primeiro de muitos. Se Deus quiser, vou seguir a carreira de bailarina e, daqui a alguns anos, vou contar a todos que meu primeiro aprendizado foi no programa Siminina”, declarou Débora Ferreira Santos, 12 anos.

Débora foi uma das 600 meninas que emocionaram o público na apresentação do espetáculo ‘ O Reino Encantado das Simininas’, realizado no último domingo (8), no teatro da Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT, em duas sessões.

Débora frequenta as atividades desde os cinco anos de idade e conta que um dos maiores aprendizados obtidos com o programa Siminina, oferecido pela Prefeitura de Cuiabá através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, e tendo como madrinha a primeira-dama Márcia Pinheiro, foi a disciplina.

“Minha mãe cuida da gente sozinha. E ainda tenho dois irmãos mais velhos. Ela tem que trabalhar o dia todo para sustentar a nossa família. Estar no Siminina a deixa tranquila, pois sabe que estou sendo bem cuidada. Muito obrigada à tia Dalma e à nossa madrinha, Márcia Pinheiro. Enquanto eu puder, quero permanecer no Siminina”, agradeceu Débora.

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“Meu coração batia tão acelerado que parecia que ia explodir de tamanha emoção ao participar do Siminina e fazer parte desse espetáculo. Tenho 12 anos e estou no programa da unidade do bairro Altos da Boa Vista, em Cuiabá, desde os meus sete anos. Graças ao Siminina, sou uma aluna dedicada, estudiosa e companheira. Sempre que posso, ajudo os meus colegas. Sempre falo do Siminina para minhas amigas. O espetáculo é a realização de mais um sonho. Quando crescer, quero ser advogada e nos tempos livres praticar ballet. Quem sabe até me tornar professora e dar aulas para quem não tem condições de pagar por um curso de ballet. Estou muito, muito feliz. Quero cada vez mais aprender e ser uma pessoa melhor para ajudar minha família”, contou Isabele Fernanda de Souza, uma das beneficiárias do Siminina.

O Siminina é um programa social vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, com foco em crianças e adolescentes do sexo feminino, com idades entre 6 e 15 anos.

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O programa visa proporcionar assistência qualificada com o objetivo de promover uma transformação real na vida biopsicossocial das participantes, incluindo crianças, adolescentes e suas famílias.

“Desde o primeiro ano da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, em 2017, a ampliação dos atendimentos nas comunidades foi uma prioridade. Hoje, o programa conta com 20 unidades em todas as regiões do município de Cuiabá, atendendo a 1.200 meninas, com uma equipe capacitada para desempenhar suas funções. No programa, elas participam de atividades culturais, artesanais, dança, flauta, teatro, fanfarra, ballet e apoio pedagógico. O Siminina tem a missão de promover conhecimento, autoestima e disciplina de forma amorosa, visando à proteção social, psicológica e pedagógica, moldando o futuro das jovens participantes”, afirmou a primeira-dama e madrinha do programa, Márcia Pinheiro.

“O programa Siminina tem como valores o amor, o comprometimento, a disciplina, a ética, a excelência, a igualdade, o respeito e a sabedoria. Esse é o nosso trabalho, o trabalho da gestão do nosso prefeito Emanuel Pinheiro, que é oferecer condições para melhorar a qualidade de vida com dignidade e humanização”, concluiu a primeira-dama.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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