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Prefeitura de Cuiabá entrega a Praça Sylvio Feitosa de Freitas Neto, no Rodoviária Parque, nesta quinta-feira (19)

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Horário da agenda atualizado para 18h30.

A Prefeitura de Cuiabá, em continuidade às ações que levam saúde e bem-estar aos munícipes de diferentes bairros, entrega mais uma praça beneficiando moradores do Loteamento Rodoviária Parque, no bairro Despraiado e bairros circunvizinhos. Trata-se da Praça Sylvio Feitosa de Freitas Neto, que foi construída entre as Ruas Atenas e Amsterdã, com academia ao ar livre, playground contendo brinquedos como balanços e gangorras para alegria da garotada, entre outras benfeitorias. A solenidade que marca esse diferencial no tradicional bairro está prevista para as 18h30 desta quinta-feira (19).

“Mantendo o padrão das praças que entregamos, a nova praça possui jardinagem e iluminação de LED que valorizam toda a infraestrutura executada, pensando no bem-estar do morador. Para que famílias possam desfrutar do espaço, com segurança e comodidade, perto do ambiente onde residem”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

A Praça leva o nome de Sylvio Feitosa de Freitas Neto, primogênito de uma família de dois irmãos, tendo como pais Antônio Feitosa de Freitas (fiscal de tributos aposentado da Secretaria de Estado de Fazenda – in memoriam) e Clarice Fortes Feitosa de Freitas.

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Sylvio faleceu em agosto de 2016, aos 56 (cinquenta e seis) anos, por complicações de saúde devido a uma pancreatite. Foi casado com Isabel Gomes Pinto, que passou a agregar o Feitosa de Freitas no nome, com quem teve dois filhos.

Ele era descendente de personalidades icônicas do Estado de Mato Grosso, sendo bisneto de Joaquim Pereira Ferreira Mendes (Desembargador do TJ-MT); neto de Sylvio Feitosa de Freitas (telegrafista da companhia de Rondon) e de Guiomar Mendes Feitosa (professora de piano e latim do Liceu Cuiabano). Também neto de Gonçalo Arruda Fortes (comerciante e pioneiro de Nossa Senhora do Livramento) e Escolástica Rodrigues do Prado Fortes (conhecida como dona Nhanhá).

Exerceu carreira no serviço público desde 1980, aposentando-se em 2016 após 35 anos e seis meses de trabalho prestado na Secretaria de Trabalho e Assistência Social do Estado. Atuou com notoriedade em diversas áreas do Executivo Estadual, como a chefia da Exatoria do Tesouro da Secretaria de Fazenda; diretor da Cadeia Pública do Carumbé (atual Centro de Ressocialização de Cuiabá); e diretor da Penitenciária Regional do Pascoal Ramos, hoje denominada Penitenciária Central do Estado.

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Foi um dos pioneiros, a nível nacional, na instalação de sistema de raio-x para revistas na unidade prisional, sendo reconhecido como o diretor que mais permaneceu à frente de tão árdua função, registrando avanços consideráveis na administração penitenciária. Em 1961 enfrentou a maior rebelião, com repercussão nacional, ficando por mais de 24h como refém, vindo a perder a visão direita em troca de tiros com os fugitivos, mas demonstrando eficácia no trabalho de captura de todos os rebelados fugitivos.

Também foi assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.

Era Maçom, vinculado ao Grande Oriente do Brasil (GOB), de Cuiabá-MT, alcançando o grau filosófico 32, antes de seu falecimento.

SERVIÇO:

O QUE: Entrega da Praça Sylvio Feitosa de Freitas Neto

Quando: 19/12 (quinta-feira)

Horário: 18h30

Local: Loteamento Rodoviária Parque – bairro Despraiado (Entre as Ruas Atenas e Amsterdã)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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