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Prefeitura de Cuiabá realiza o plantio de mais 40 árvores no bairro Jardim Kennedy

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A Praça Hamilton Moraes Navarros, no bairro Jardim Kennedy, ganha mais verde a partir desta quarta-feira (22), com o plantio de 40 mudas de árvores nativas do cerrado e espécies frutíferas. Além de mudas de Chuvas de Ouro e Escovas de Garrafa que embelezam o espaço onde estão. E, claro, um festival de Ipês de várias cores. A iniciativa da Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável atende uma demanda dos moradores que zelam pela praça e defendem espaços arborizados.

O trabalho de plantio e replantio de árvores foi retomado pela Prefeitura de Cuiabá em novembro visando amenizar os efeitos das ilhas de calor. “É um trabalho que não demorará muito para colhermos os benefícios. As mudas são grandes entre 1,60m e 2,50m e muitas delas em breve estarão florindo, outras levarão em média de 3 a 10 anos para produzir frutos. O que conta é a sombra que estas árvores proporcionarão aos cidadãos que desfrutam deste local, a comunidade que é participativa e que aqui ajuda cuidar”, declarou o secretário Municipal de Meio Ambiente, Renivaldo Alves do Nascimento.

Pitanga, Acerola e Tamarindo também estão entre as variedades que passam a compor o cenário da Praça Hamilton Moraes Navarros, juntamente com as ornamentais e outras que foram plantadas pelos moradores, e que no caso, ainda estão bem pequenas.

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Na Praça há uma torneira com canalização de água que dá suporte para as pessoas nos cuidados com as plantas. O zelo é acompanhado de perto, e em uma ocasião de limpeza da praça, salvaram um pé de Jenipapo e dois de coco anão e três pés de Bocaiúva, conforme relatos do morador Augusto Benedito da Costa Caldas.

“Essa ação de plantio de árvores é muito importante para nós e para as gerações futuras. O progresso de desenvolvimento da cidade e de Mato Grosso trouxe o desenvolvimento econômico e também algumas mazelas que infelizmente são inevitáveis porque não tem como produzir e crescer sem, de certa forma, agredir a natureza. O que precisa ser feito no Brasil e em Mato Grosso é ter um olhar mais humanizado para este crescimento, ou seja, conciliar o crescimento com o meio ambiente. Não simplesmente olhar um lado e esquecer do outro”, destacou Augusto.

Ele é um dos cuidadores do local e já plantou 14 mudas sendo de Ipês, Goiaba, Pitomba, entre outras que buscou no Horto Florestal Tote Garcia. No entanto, algumas destas não vingaram. Um dos motivos, segundo a coordenadora de plantio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Paula Ofugi, por ter sido por conta do espaço entre elas. “Existe competição entre as espécies, por nutrientes, água e luminosidade. Muito próximas roubam nutrientes do solo e uma acaba sendo penalizada, não sobrevive”, explicou Paula.

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O Decreto de Arborização 5144/2012 trata sobre o assunto e especifica a necessidade de aproximadamente 5 metros entre uma planta e outra. Também prevê que não pode ser plantado próximo a hidrantes e fiações, nem em esquinas. E de postes, respeitar o limite de 5 metros de distância.

Outras 5 praças da Capital serão contempladas nas próximas semanas com plantio de árvores. Os estudos de viabilidade já estão em andamento pela equipe de analistas que compõe o trabalho.

PLANTIO DE ÁRVORES

Desde que o trabalho de replantio foi retomado já foram plantadas aproximadamente 150 mudas frutíferas, arbustos e espécies do cerrado.

Entre as áreas beneficiadas está a Praça Benjamin Eubank, no bairro Dom Aquino, que recebeu 42 mudas e agora, a Praça Hamilton Moraes Navarros no bairro Jardim Kennedy com 40.

Na Av. Miguel Sutil considerada uma das principais vias da cidade, serão aproximadamente 300 árvores de Ipê de cores variadas: amarelo, roxo, branco, rosa.

A retomada da ação, segundo o secretário Renivaldo foi oportunizada pelas chuvas e, a perspectiva é ocupar outras áreas da cidade que estão com espaços vagos e podem ser aproveitados com espécies que oferecem sombra e frutas e outras que embelezam como no caso dos Ipês.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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