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Asfalto chega à rua Moisés e transtornos do passado têm virada de página no Paiaguás

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A obra atende a uma antiga demanda da comunidade local e representa o maior investimento público em infraestrutura já realizado no bairro. As cifras ultrapassam R$ 10 milhões

As obras de pavimentação no bairro Paiaguás continuam em ritmo acelerado e chegam à rua Moisés, uma das mais críticas da região. A via, que por muito tempo esteve praticamente intrafegável, agora passa por reestruturação completa com serviços de terraplanagem, drenagem e intervenções realizadas pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Moradores que antes enfrentavam dificuldades diárias para acessar suas residências, especialmente em períodos de chuva, começam a perceber as melhorias com a chegada do asfalto novo. A obra atende a uma antiga demanda da comunidade local e representa o maior investimento público em infraestrutura já realizado no bairro. As cifras ultrapassam R$ 10 milhões.

Fiscais da Secretaria Municipal de Viação e Obras acompanham de perto cada etapa dos trabalhos e destacam que, com o avanço da obra, os problemas estruturais estão sendo resolvidos e as ruas do bairro voltarão a ter melhores condições de trafegabilidade.

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A intervenção integra um amplo pacote de investimentos realizados por meio de parceria entre o governo do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Várzea Grande. O objetivo é garantir infraestrutura urbana, segurança viária e qualidade de vida para os moradores do Paiaguás e de outras regiões contempladas.

No dia do aniversário da cidade, 15 de maio, a prefeita Flávia Moretti (PL) deu a Ordem de Serviço para início imediato das obras de recuperação viária, uma ação esperada há décadas pela comunidade local. Desta vez, a comunidade recebe obras estruturantes e não mais paliativas. O projeto prevê ações conjuntas de pavimentação e extensão de redes de abastecimento de água, uma força-tarefa para melhoria da qualidade de vida.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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