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Cultura realiza Escuta Pública para elaboração de políticas de fomento

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Durante o evento foi lançando o cadastramento cultural para que possamos realizar um mapeamento artístico e cultural de Várzea para identificar e alcançar um maior número de agentes culturais e assim atender

A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, por meio da Superintendência de Cultura realizou uma Escuta Pública que discutiu a elaboração do Plano de Aplicação de Recursos (PAR) – Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). O evento ocorreu no auditório do Anexo II da SMECEL, no Jd. Marajoara.

O superintendente de Cultura da SMECEL, Leandro Manduca, explicou que a realização da primeira Escuta pública sobre o Plano Nacional Aldir Blanc, foi também para divulgar as realizações da etapa 1 e o número de projetos aprovados nesta etapa. “Neste evento estamos lançando um cadastramento cultural para que possamos realizar um mapeamento artístico e cultural em Várzea Grande, com ferramentas tecnológicas, o objetivo é identificar e alcançar um maior número de agentes culturais e assim atender, auxiliando na documentação, nos projetos, acompanhamento de ações, além da promoção de formação e capacitação desse público” informou.

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Leandro também destacou que, desde que assumiu a pasta, vem trabalhado com a equipe técnica da Superintendência para o ‘destravamento’ de 100% dos programas que atendam agentes culturais, artistas, artesãos, fazedores de cultura, produtores, associações, representantes de coletivos culturais e toda a sociedade civil organizada.

A plenária realizada no Anexo II, onde foram apresentados os dados já atingidos no ciclo 1 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB,), representou a primeira etapa para a criação do plano de aplicação dos recursos (PAR). “Na próxima semana estaremos com a 2ª parte das ações que consiste em promover reuniões com os segmentos da dança, das artes plásticas, da música, do artesanato, para que possamos ouvir as pessoas que fazem cultura diariamente no seu bairro, em sua associação, em sua região para identificar as dificuldades encontradas e encontrar a melhor forma de aplicação desses recursos”, disse.

O secretário Cleiton Santana acredita que ações como a Escuta Pública são uma importante ferramenta para a construção de políticas públicas que possam realmente atingir o objetivo de promover as diversas formas das manifestações culturais e valorizar as tradições históricas da população de Várzea Grande. “Ouvir as pessoas que fazem cultura no Município é a maneira ideal para promover práticas que atendam e fomentem a diversidade cultural e a gestão Flávia/Tião reconhece essa necessidade. Parabenizo a iniciativa da Superintendência de Cultura”.

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A Escuta Pública da Superintendência de Cultura contou com a participação do subsecretário da SMECEL, Alexandre Espindola, do superintendente de Esporte e Lazer, Héliton Gomes, do superintendente de Gestão Escolar, Rafael Medeiros, da assessora de Gestão, Rachel Galesso e da coordenadora do escritório regional do Ministério da Cultura, Lígia da Silva Viana.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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