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Famílias do Residencial Izabel Campos recebem ação do Cadastro Único no seu bairro

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Moradores do Residencial Izabel Campos – região do Jardim Glória – participam nesta quarta-feira (27), de uma ação desenvolvida pela Secretaria de Assistência Social, por meio do Cadastro Único, na busca ativa de famílias que se encontram com inconsistência de dados cadastrais, o que inviabiliza o acesso a programas sociais, a exemplo do Bolsa Família, bem como a inserção de pessoas que necessitam de auxilio. No Residencial Izabel Campos residem 840 famílias.

O evento contou com a participação da Secretaria de Saúde que disponibilizou também uma equipe de enfermeiros para a atualização vacinal, de crianças e adultos.

Como explica a coordenadora do Cadastro Único, Elizangela Arantes, é importante que as famílias tenham consciência da necessidade de terem os dados atualizados, e isso deve acontecer, toda vez que mudarem de endereço, celular e até de município. “Em todas essas situações é importante que o beneficiário procure o CRAS, de sua região, e comunique o fato para que seja feita a atualização, caso contrário correm o risco de terem o benefício bloqueado e até mesmo suspenso”, orientou.

A coordenadora disse que a Secretária de Assistência Social adotou essa ação itinerante por perceber que as famílias que residem em locais mais afastados da região central, têm mais dificuldade em acessar os serviços dos CRAS e acabam deixando de fazer o comunicado de ‘mudanças’ o que compromete a busca ativa dos beneficiários.

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Elizangela Arantes reforça também que esses eventos realizados nos bairros são justamente uma forma de fazer a busca ativa dessas famílias que não estão inseridas em programas sociais e que necessitam ser assistidas. “Por isso essa ação está sendo realizada nos bairros como uma forma de ir ao encontro dessas pessoas, e muitas delas não têm acesso a programas sociais também por falta de informação. É importante que elas participem dos eventos promovidos pela Secretaria de Assistência e que busquem entender como funciona e quem tem o direito de se inscrever ao programa”.

Lorena Marques Costa, 29 anos, reside no residencial Izabel Campos há dois anos. Mãe de três filhos aproveitou a ação para fazer a inscrição da filha de 9 meses ao Cadastro Único e também para atualizar a caderneta de vacinação das crianças. “Esse evento vem ao encontro de nossas necessidades. Muitas mães trabalham fora, outras não têm com quem deixar os filhos pequenos, daí fica complicado buscar informações nos CRAS e até mesmo auxílio para nossas famílias. Hoje, nesta ação aqui do bairro estamos tendo essa oportunidade, e seria bom que todos participassem desse movimento”.

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A titular da pasta, Ana Cristina Vieira, lembra que o Cadastro Único proporciona uma visão abrangente da parcela mais vulnerável da população brasileira, permitindo que os governos em todos os níveis saibam quem são essas famílias, onde vivem, suas condições de vida e suas necessidades. “Essa base de dados facilita o desenvolvimento de novos programas sociais, a organização da oferta de programas e serviços para essas famílias e a seleção de beneficiários de maneira eficiente e segura”.

Atendimento Domiciliar: A coordenadora do Cadastro Único, Elizangela Arantes, em companhia da Assistente Social do CRAS Jardim Glória, Benedita Conceição do Nascimento, realizaram visitas domiciliares a pessoas impossibilitadas de comparecer na ação, realizada no bairro, por estarem acamadas ou terem dificuldade de locomoção. “Expandimos essa cobertura na garantia do acesso a essas pessoas que têm direito ao benefício e que não conseguem se locomover. É nosso dever dar suporte às famílias que mais precisam, e estamos trabalhando para que seus direitos sejam supridos. Cada programa tem uma exigência diferente, mas o primeiro passo é ter sempre seu cadastro atualizado.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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