VÁRZEA GRANDE

Guarda Municipal amplia segurança nas unidades de captação e tratamento do DAE

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Efetivo da instituição está empenhado em garantir a integridade das estações de tratamento, bombas de captação e poços artesianos

O abastecimento de água em Várzea Grande vem sendo diretamente afetado por atos de vandalismo e furtos, que comprometem o funcionamento de equipamentos essenciais e agravam a crise hídrica na cidade. Para coibir esses crimes e proteger a infraestrutura do sistema de abastecimento, a Guarda Municipal ampliou as rondas de vigilância e aumentou o efetivo fixo de segurança nos postos do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Conforme o comandante da Guarda Municipal, inspetor Juliano Lemos, todo o efetivo da instituição está empenhado em garantir a integridade das estações de tratamento, bombas de captação e poços artesianos.

“Estamos fazendo rondas ostensivas a todo momento nas bombas de captação, nas estações de tratamento e nos poços artesianos, além de mantermos guardas fixos nos locais, auxiliando os vigilantes do DAE”, defendeu Lemos. “Não vamos permitir que nossa população seja prejudicada por criminosos, ainda mais como um benefício tão essencial quanto a água”, completou.

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Nas últimas semanas, a equipe do DAE enfrentou sérios problemas estruturais causados por ações criminosas, incluindo o furto de cabos elétricos que alimentam as bombas de captação, a violação de reservatórios e a remoção de peças essenciais para o funcionamento do abastecimento. O caso mais grave ocorreu na captação da ETA I, onde cabos de energia foram furtados, resultando na diminuição da produção da estação e deixando centenas de famílias sem água.

“O DAE está trabalhando intensamente para garantir que a água chegue às casas das pessoas, mas precisamos que nossa estrutura seja preservada. Qualquer dano ou furto em nossas estações afeta diretamente a população. Esses equipamentos precisam ser protegidos e nossa equipe está recebendo segurança para continuar operando”, destacou o diretor-presidente do DAE, Sandro Azambuja.

FORÇA-TAREFA EMERGENCIAL – Diante da crise no abastecimento de água, a prefeita Flávia Moretti (PL) determinou a criação de um Comitê de Crise, reunindo diversas secretarias municipais para atuar em conjunto com o DAE na solução dos problemas. Entre as medidas emergenciais adotadas pelo Comitê estão:

  • ?Segurança reforçada: a Guarda Municipal agora auxilia na proteção das instalações do DAE, evitando novos furtos de cabos, sabotagens e vandalismo.
  • ?Limpeza das áreas de captação e estações de tratamento: com o apoio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, áreas antes tomadas pelo mato e sujeira agora passam por limpeza e manutenção regular.
  • Reparo emergencial em bombas e redes: a equipe do DAE trabalha para garantir que cada problema seja identificado e resolvido com agilidade.
  • ?Suporte da secretaria de Viação, Obras e Serviços Públicos: estão sendo instaladas iluminações e câmeras de vigilância para coibir roubos e furtos.
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“A prefeitura reforça que todas as denúncias de vandalismo e furto devem ser feitas imediatamente às autoridades competentes. A colaboração da população é essencial para garantir a segurança do abastecimento e evitar novos prejuízos”, pontou Azambuja.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Pontualidade na entrada e saída das escolas reforça aprendizagem, segurança e bem-estar dos estudantes

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Chegar no horário e buscar a criança dentro do período estabelecido pela escola são atitudes que vão muito além da organização da rotina escolar. A pontualidade é um compromisso compartilhado entre família e escola e influencia diretamente o aprendizado, a socialização e a segurança dos estudantes da rede municipal de Várzea Grande.

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL) reforça que os horários de funcionamento das unidades escolares são definidos de acordo com a legislação educacional e previstos no Regimento Escolar de cada unidade, observando o cumprimento da carga horária mínima anual estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Segundo a coordenadora de Legislação e Normas da SMECEL, Eva de Paula Vieira, o município organiza os horários para garantir que todos os estudantes tenham acesso às 800 horas letivas, distribuídas em, no mínimo, 200 dias de efetivo trabalho escolar, conforme determina a Lei nº 9.394/1996.

“Os horários das unidades escolares são definidos no Regimento Escolar, aprovado pela Secretaria Municipal de Educação e pelo Conselho Municipal de Educação. Em regra, o período matutino inicia às 7h e o vespertino, às 13h, respeitando a carga horária prevista na legislação. A escola recebe o estudante independentemente do horário em que ele chega, mas é fundamental que as famílias compreendam a importância da pontualidade para o processo de ensino e aprendizagem.”

Além de perder conteúdos pedagógicos, a criança que chega atrasada deixa de participar de momentos importantes da rotina escolar, como a acolhida, as atividades iniciais e a interação com colegas e professores, etapas fundamentais para o desenvolvimento emocional, social e educacional.

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A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destaca que a participação da família é essencial para que a criança aproveite plenamente o ambiente escolar.

“A pontualidade faz parte do processo educativo. Quando a criança chega no horário, ela participa da acolhida, organiza sua rotina, fortalece os vínculos com os colegas e inicia as atividades junto com a turma. Os atrasos frequentes prejudicam a aprendizagem e fazem com que o estudante perca momentos importantes do desenvolvimento escolar. Da mesma forma, buscar a criança no horário demonstra cuidado, responsabilidade e respeito pelo trabalho realizado na escola.”

A SMECEL também chama a atenção para o cumprimento do horário de saída. Quando pais ou responsáveis deixam de buscar os estudantes dentro do período previsto, a escola precisa manter servidores além do expediente para garantir a segurança da criança, situação que não pode se tornar rotina.

De acordo com Eva, os procedimentos adotados nessas situações estão previstos no Regimento Escolar.

“Quando os atrasos para buscar a criança se tornam recorrentes, a unidade escolar registra formalmente cada ocorrência. Persistindo a situação, a escola pode acionar o Conselho Tutelar, conforme previsto em seu regimento, para garantir a proteção da criança, uma vez que a responsabilidade pela guarda do estudante é da família após o encerramento das atividades escolares.”

A coordenadora explica que, após o término do expediente, a permanência da criança na escola depende da disponibilidade dos profissionais, que muitas vezes permanecem aguardando a chegada dos responsáveis.

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“A prioridade sempre será proteger a criança. Porém, a escola tem um horário de funcionamento e seus servidores também cumprem jornada de trabalho. Quando os responsáveis não comparecem, a unidade precisa adotar as medidas previstas na legislação para resguardar os direitos da criança e dos profissionais.”

A Secretaria reforça que a parceria entre escola e família é indispensável para garantir um ambiente seguro, acolhedor e favorável ao aprendizado. O cumprimento dos horários de entrada e saída contribui para o desenvolvimento dos estudantes, fortalece a organização das unidades escolares e assegura que todas as crianças tenham acesso integral às atividades pedagógicas planejadas ao longo do ano letivo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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