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Prefeita discute melhorias salariais para motoristas de ambulância

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Em encontro na manhã de hoje, no gabinete, Flávia Moretti se tornou a primeira gestora municipal a receber a categoria

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), se reuniu na manhã de hoje (16), com os motoristas de ambulância do Município que pediram melhorias como atualização do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), melhorias salariais, entre outras demandas.

Diante dos servidores, Moretti reforçou mais uma vez que está disposta a ouvir e a discutir pleitos do funcionalismo. “A valorização dos nossos servidores foi um dos eixos prioritários da nossa campanha e sabemos o quão defasado é o salário do servidor várzea-grandense. Já levamos alguns PCCS à Câmara e estamos aguardando votação. Vou levar os pedidos e acompanhar o que já está sendo feito na Secretaria de Saúde e vamos continuar discutindo essas melhorias, deste modo, vamos nos reunir novamente e analisar com a equipe técnica os pedidos”, explicou a prefeita.

Motorista de ambulância há sete anos, Allan Raoni Glória da Costa, parabenizou a prefeita por recebê-los, além disso, contou que há três anos a categoria tenta agendar um encontro com a liderança máxima do Poder Executivo. “Estamos há anos tentando conversar com gestões anteriores, mas só agora fomos recebidos e fico feliz por abrir esse diálogo com a prefeita Flávia Moretti. A categoria precisava deste encontro para entender todo o processo, como também se aproximar mais da gestão municipal”, conta Allan.

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O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Várzea Grande (Simvag), Carlino Neto, parabenizou a gestão por atender os servidores. “Esta é a missão da prefeita e ela está de parabéns por cumprir esse ofício com êxito. Fico feliz em acompanhar este trabalho que está buscando valorizar o serviço público do Município”, declara.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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