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Projeto cultural, esportivo e social voltado às crianças e adolescentes abre inscrições em Várzea Grande

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Estão sendo ofertadas 12 oficinas para crianças e adolescentes de oito a 17 anos. Serão 200 vagas, sendo 100 vagas no período matutino e 100 vagas no período vespertino

Estão abertas as inscrições do projeto Viver Melhor, em Várzea Grande, para atividades esportivas, culturais e sociais com crianças e adolescentes da cidade. O projeto é organizado pela Associação Atlética e Cultural Nacional, em parceria com a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, tem apoio do Mutirum Instituto da Cultura e é patrocinado com recursos do Ministério do Desenvolvimento de Assistência Social e Combate à Fome.

Estão sendo ofertadas 12 oficinas: Hip Hop, Violão, Música, Tecnologia da informação, Foto e vídeo, Teatro, Capoeira, Skate, Dança, Rádio, Marketing digital, Pintura, Break Olímpio e Batalha de Rimas. Podem participar crianças e adolescentes de oito a 17 anos.

As atividades serão realizadas de segunda a quinta-feira no contraturno escolar, no período matutino de 7h às 11h e vespertino de 13h às 17h. Serão oferecidos café da manhã, almoço e lanche da tarde. Estão disponíveis 200 vagas, sendo 100 vagas no período matutino e 100 vagas no período vespertino.

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Para se inscrever, os pais ou responsáveis devem comparecer ao seguinte endereço: Avenida Castelo Branco, s/n, Bairro Água Limpa, ao lado do CREAS/Caderno II, em Várzea Grande. Telefone (zap) para contato: (65) 9 9954-0992, Daniele.

São necessários os seguintes documentos: RG e CPF ou Certidão de Nascimento do Usuário, RG e CPF do responsável, 01 foto 3×4, Cartão do SUS do usuário, Comprovante de endereço atualizado, atestado escolar e o número do NIS do usuário atualizado. O NIS é o Número de Identificação Social de quem está inscrito no CadÚnico (Cadastro Único).

O PROJETO – O projeto Viver Melhor é voltado para a reinserção social de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas impactadas pelo uso de álcool e outras drogas, e foi viabilizado por emenda do ex-deputado federal Dr. Leonardo, atualmente secretário-chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso (ERMAT), em Brasília.

Em abril, a Prefeitura de Várzea Grande assinou o Termo de Cooperação Técnica com a Associação Atlética e Cultural Nacional, para a implantação do Viver Melhor, uma iniciativa inédita no Brasil, que terá como primeira sede o município mato-grossense.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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