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Várzea Grande realiza Festival Paralímpico neste sábado, dia 14  

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Evento será realizado simultaneamente em 154 cidades brasileiras neste final de semana, e contará com a participação de mais de 19 mil inscritos

Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), através da Superintendência de Esporte e Lazer, em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), realiza na manhã desse sábado (14), no ginásio Poliesportivo Fiotão, a primeira Edição do Festival Paralímpico 2025.

Participam do evento, cerca de 500 crianças, adolescentes e jovens, entre 7 a 20 anos, com ou sem deficiência. O festival será realizado simultaneamente em 154 cidades brasileiras neste final de semana, e contará com a participação de mais de 19 mil inscritos.

O superintendente Municipal de Esportes e Lazer, Héliton Gomes, destacou a importância do evento em Várzea Grande e o impacto positivo para sociedade. “É com grande alegria e orgulho que convidamos toda população de Várzea Grande para participar do Festival Paralímpico neste final de semana, no ginásio Fiotão. É uma oportunidade de promover a integração entre crianças e jovens com ou sem deficiência, conhecerem as atividades esportivas adaptadas que mostram a força e o talento dos nossos atletas. É bom ressaltar que o município de Várzea grande é referência no desporto paralímpico, onde já realizamos no mês passado o Regional de Bocha Paraolímpica que foi um grande sucesso”.

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O coordenador do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande, Altemir Trapp, ressaltou que o Festival Paralímpico visa difundir a modalidade para sociedade, “desde que a modalidade da escalada foi homologada no programa dos Jogos Paralímpicos, nós pensamos na emergência dela e na captura de novos atletas. Queremos trazê-la para o Festival em Várzea Grande de modo lúdico para que as crianças venham a conhecê-la e cada vez mais popularizar esse esporte em nossa região”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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