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Cruzeiro busca reabilitação no Brasileirão contra o Flamengo no Maracanã

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O Cruzeiro prossegue, neste sábado, a disputa do Campeonato Brasileiro. Pela 8ª rodada, o time celeste entrará em campo, às 18h30, para enfrentar o Flamengo no estádio Maracanã. O time comandado por Pepa busca uma reação imediata após o tropeço para o Cuiabá na rodada passada e, neste compromisso fora de casa, contará com o apoio em peso da Nação Azul, que lotará o setor destinado aos visitantes no Maracanã.

A preparação do elenco celeste para o duelo contra o Flamengo teve início na quarta-feira. No primeiro dia, os atletas com minutagem superior a 45 minutos na partida contra o Cuiabá tiveram o foco dedicado a recuperação física. Já na quinta e na sexta-feira, o técnico Pepa trabalhou com todo o grupo e colocou em prática os ajustes táticos e técnicos visando a evolução da equipe para o novo compromisso do Brasileirão.

A semana contou também com um bom tempo dedicado ao estudo em vídeo, conforme os aspectos levantados pela comissão técnica e equipe de análise de desempenho. Além de uma palestra na quinta, os atletas também contaram com esse trabalho antes e depois do treino de campo desta sexta.

O time celeste teve uma notícia triste na quinta-feira, quando o meio-campista Ramiro sofreu uma grave lesão no joelho direito durante o treinamento. Na sequência do dia, o atleta passou por exames de imagem que confirmaram o diagnóstico de ruptura do ligamento cruzado anterior e também uma lesão no menisco lateral. Ramiro passará por procedimento cirúrgico na próxima semana e já está sob os cuidados do Departamento de Saúde do Clube.

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Por outro lado, o elenco teve o retorno do meio-campista Mateus Vital, recuperado de uma lesão muscular no adutor da coxa direita. Vital treinou com o grupo nos últimos três dias e volta a ficar à disposição do time celeste. O camisa 7 tinha atuado pela última vez na partida contra o Fluminense pela 5ª rodada do Brasileirão.

Já o volante Fernando Henrique, que foi submetido a uma cirurgia no menisco do joelho direito ainda no mês de janeiro, vem cumprindo a etapa de transição física nas últimas semanas. O meio-campista deu mais um passo na evolução da recuperação e participou de parte do treinamento juntamente com o grupo nos últimos três dias.

O lateral esquerdo Kaiki está a serviço da Seleção Brasileira. O ‘cria da Toca’ vem representando o Cruzeiro na Copa do Mundo Sub-20, disputada na Argentina. O Brasil soma três pontos em duas rodadas disputadas até o momento e, neste sábado, às 15h, enfrenta a Nigéria pela rodada decisiva da 1ª fase do Mundial.

NA HISTÓRIA: CRUZEIRO x FLAMENGO

Um dos clássicos do futebol brasileiro, Cruzeiro e Flamengo se aproximam da histórica marca de 100 confrontos entre si. Os clubes chegam para a partida deste sábado já com 97 duelos e um retrospecto extremamente equilibrado. O Cruzeiro soma 35 vitórias sobre o time carioca, sendo superado por apenas 1 vitória do adversário (36 no total). As equipes ainda ficaram no empate em 26 oportunidades.

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Neste ano, o confronto entre Cruzeiro e Flamengo passará a ser centenário. O primeiro registro de um jogo entre os clubes descreve um empate por 3 a 3 em 23 de setembro de 1923. Palestra Itália à época, o recém novo clube de Minas estava em seu terceiro ano de vida e recebeu o adversário carioca para uma partida válida pela Taça 20 de Setembro, que marcava o festival de inauguração oficial do Estádio Barro Preto, primeira casa celeste. O jogo intenso com um empate recheado de gols foi um prenúncio dos grandes embates que aconteceriam pelas décadas seguintes.

Ao longo do tempo, Cruzeiro e Flamengo viveram alternâncias de domínio, que resultou no atual retrospecto bastante disputado. No século atual, o confronto ganhou um destaque especial pelas decisões de títulos da Copa do Brasil. Em 2003 e 2017, os clubes chegaram à final do torneio, e o Cruzeiro levou a melhor em ambas as finais, faturando o tetracampeonato e o pentacampeonato, respectivamente.

No Campeonato Brasileiro, considerando os duelos desde 1967, Cruzeiro e Flamengo conquistaram 24 vitórias, cada um, e empataram em 14 oportunidades.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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