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Acadêmicos de Direito da FCARP realizam visita técnica ao Cartório da 18ª Zona Eleitoral

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Na última quarta-feira (12), o Cartório da 18ª Zona Eleitoral, com sede em Mirassol D’Oeste, recebeu a visita técnica de acadêmicos do 6º semestre do curso de Direito da Faculdade Católica Rainha da Paz (FCARP). A atividade foi coordenada pela professora Edna Soares da Silva, responsável pela disciplina de Prática Jurídica.

Durante a visita, os estudantes puderam conhecer a estrutura e o funcionamento da Justiça Eleitoral, com ênfase nos serviços de alistamento, revisão, transferência de domicílio eleitoral, coleta de dados biométricos e o processo eleitoral na realização das eleições. A equipe do cartório apresentou os sistemas utilizados, as rotinas administrativas e os mecanismos que asseguram a lisura e transparência do processo eleitoral.

O juiz eleitoral da 18ª Zona, Fernando Kendi Ishikawa, recebeu os estudantes e destacou a relevância do contato prático com a Justiça Especializada. “A aproximação da Justiça Eleitoral com o meio acadêmico é essencial para despertar nos futuros juristas o compromisso com a democracia, a ética e a cidadania. Acreditamos que a formação passa também pelo conhecimento das instituições e do serviço público”, ressaltou o magistrado.

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O chefe de Cartório, Gilson Lourenço Ribeiro, enfatizou a importância da iniciativa. “É uma excelente oportunidade para que os alunos compreendam de forma concreta o papel da Justiça Eleitoral na vida do cidadão e nas garantias do processo democrático”, pontuou.

A 18ª Zona Eleitoral é responsável pelos municípios de Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Curvelândia e Glória D’Oeste.

#PraTodosVerem – A imagem mostra um grupo numeroso de pessoas posando para uma foto em ambiente interno, com iluminação artificial e paredes claras. Ao centro, há homens e mulheres de diferentes idades, muitos sorrindo, alguns vestidos de forma social e outros de modo mais casual. O cenário sugere um encontro institucional, evento acadêmico ou momento de confraternização.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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