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Ação integrada apreende 115 tabletes de pasta base de cocaína; drogas são avaliadas em R$ 2 milhões

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Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do 17º Batalhão da Polícia Militar apreenderam nesta segunda-feira (25.03), na cidade de Mirassol d’Oeste (296 km de Cuiabá), 115 tabletes de pasta base de cocaína. O entorpecente está avaliado em R$ 2 milhões, valor de prejuízo ao crime. 

Na força-tarefa, foram presos dois homens por crime de tráfico de droga. Eles estavam em uma caminhonete Ford F1000, de cor preta, que, segundo denúncias, seria utilizada para transporte de entorpecentes.

O veículo foi abordado e os policiais fizeram uma vistoria minuciosa, encontrando os 115 tabletes de droga em duas caixas de transporte de aparelho sonoro. 

Diante dos fatos, os homens receberam voz de prisão e foram encaminhados para Delegacia da Polícia Federal em Cáceres, juntamente com o entorpecente e o veículo. 

Esta ação da Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços. Participam da força-tarefa a Polícia Federal, Exército Brasileiro, Delegacia de Fronteira (Defron), da Polícia Civil, entre outras instituições estaduais e federais. 

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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